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Consumidor aprendeu a economizar e controlar os gastos na pandemia

Reaproveitar sobras do almoço para o jantar, preparar alimentos em casa, apagar a luz do quarto quando não se está nele… a pandemia fez o consumidor alguns hábitos, ensinando-o assim como valorizar mais seu dinheiro.

Através de uma pesquisa feita nos EUA, os resultados comprovaram que diversos consumidores estão mais atentos aos seus gastos, conseguindo repararem com mais franqueza o que é realmente barato e caro.

O levantamento feito pela empresa OnePoll, em nome do Slickdeals, revelou que 51% dos adultos americanos ficaram mais alertas com o próprio seu dinheiro.

Comprar roupas em brechó, comida de marcas mais baratas, aparelhos eletrônicos sem que seja feita por uma marca mundialmente conhecida e buscar ofertas ou cupons ao ir às compras viraram prática do “novo normal” pra eles.

Dois em cada três pesquisados disseram que a pandemia foi a principal responsável por torná-los mais econômicos.

E mais: dois em cada três americanos consideram um verdadeiro elogio serem considerados “econômicos”.

“A pandemia afetou a situação financeira de muitas pessoas e trouxe um novo enfoque à importância de priorizar os gastos. Vemos uma mudança em direção a gastos mais inteligentes, com 65% dos entrevistados indicando que a pandemia os transformou em uma pessoa econômica, e 67% relatando que ser chamado de “frugal” é na verdade um elogio”, disse Josh Meyers, CEO da Slickdeals.

Com informações GNN
Foto: Pixabay – Andrew Khoroshavin

A Soma de Todos Afetos

Blog oficial da escritora Fabíola Simões que, em 2015, publicou seu primeiro livro: "A Soma de todos Afetos".

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  • Sim, estamos economizando muita coisa mesmo e repensando o que vale ou não a pena armazenar para consumir. Sentimentos e palavras que estavam sendo desperdiçados, também estão sendo revistos, máscaras até ajudam a falar apenas o necessário, o que importa ser ouvido. Nada será como antes porque muita coisa nunca deveria ter sido, pois locupletou prateleiras com o supérfluo que escasseava em outros armários. Hora de viajar para dentro, cada qual pisando seu próprio chão de folhas mortas não varridas, que agora podem ser recicladas no adubo das novas folhas.Hora de aproveitar o tempo que sobra hoje para que amanhã não seja jogado fora em conversas inúteis e risos sem razão. Hora de vivenciar a lágrima também pelo outro que chora, tem frio e tem fome que, antes, a gente sem tempo de ouvir e enxergar, não ouvia quem chamava nem enxergava quem sofria.

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