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Aos 103 anos, vovó faz a 1ª tatuagem e ainda revela segredo da longevidade

O sonho desta simpática vovó era fazer uma tatuagem e finalmente, aos 103 anos, ela conseguiu realizar o seu grande objetivo de vida.

Dorothy Pollack, moradora de Michigan, nos EUA, realizou o seu sonho ao ir em um estúdio de tatuagem com a neta, Teresa Zavitz-Jones, na última semana, pra finalmente conseguir a sua tatuagem. Ela desenhou um sapo verde no antebraço (fotos abaixo)

“Vovó é uma durona agora, ostentando aquela tatuagem ”, escreveu a neta Zavitz-Jones em publicação no Facebook, repleta de fotos da primeira tatuagem da vó.

“Muito obrigado AWOL Custom Tattooing LLC, Ray Reasoner Jr e sua equipe por fazer a vovó se sentir confortável e como uma estrela. Você é incrível”, ainda acrescentou a neta na publicação.

A família de Pollack falou em entrevista à WZZM-TV que sua amada matriarca, que nasceu em 16 de junho de 1917, acabou sendo a pessoa mais velha que o tatuador atendeu em toda sua carreira.

E como presente de aniversário, o tatuador ainda não comprou absolutamente nada de Dorothy.

Depois de fazer a tatuagem, a vovó ainda resolveu dar um passeio na garupa de uma motocicleta Harley Davidson, conforme explicou Zavitz-Jones também no Facebook (foto abaixo).

A tatuagem certamente foi uma injeção de ânimo na vida desta vovó.

“A enfermeira do lar [onde ela vive] disse que a vovó estava terrivelmente deprimida e que precisávamos de tirá-la de lá”, completou a neta Teresa Zavitz-Jones.

O sapo que ela tatuou é uma homenagem ao que ela ama mais na vida – que fofa, além de cerveja e hambúrgueres, segundo revelado pra CNN.

E Dorothy revelou algo muito importante: ela disse que a chave para viver uma vida longa é “trabalhar duro”.

Com informações Fox News

A Soma de Todos Afetos

Blog oficial da escritora Fabíola Simões que, em 2015, publicou seu primeiro livro: "A Soma de todos Afetos".

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  • Chegar aos 103 anos já é extraordinário, porém desejar fazer uma tatuagem e andar na garupa de uma mota, é pra lá de surreal, essa vovó é única mesmo. Agora, falando francamente, prefiro a minha que morreu "novinha", só 86 anos, mas fazia colchas de crochê maravilhosas e costumava ouvir o Programa da Ave Maria naquele rádio grandão dela, além de completar sua conversa com ditos populares, que até hoje eu repito, como por exemplo "dar com os burros nágua", "a vaca foi pro brejo" , "as paredes tem ouvido", "pensando na morte da bezerra" ou "não adianta chorar pelo leite derramado". Tatuagem e andar de moto? "Pode tirar seu cavalinho da chuva", "nem morta!".

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