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Mulheres entram pra história ao realizarem caminhada espacial

Foram 6 horas que entraram pra história das mulheres! Hoje mesmo, por volta das 7h50 da manha (no horário de Brasília), Christina Koch e Jessica Meir se tornaram as primeiras mulheres astronautas a realizarem uma caminhada espacial. E o vídeo está no YouTube, divulgado pela própria NASA!

Nesta sexta-feira, 18 de outubro de 2019, as astronautas Christina Koch e Jessica Meir entram para a história como as primeiras mulheres a realizarem uma caminhada espacial.

Essa é a primeira vez que o processo é feito 100% por mulheres da NASA.

Desde 1965, mais de 200 caminhadas já foram realizadas pela agência espacial.

A dupla de astronautas americanas saiu por volta das 7h50 (horário de Brasília), da câmara de busca da Estação Espacial Internacional (ISS) para corrigir uma falha no sistema de energia.

O fato entrou pra história porque, mesmo com outras caminhadas realizadas por mulheres – elas sempre foram acompanhadas de astronautas homens.

Além disso, o número de integrações de astronautas femininas em comparação às masculinas é bem inferior: das 227 manobras já realizadas pela NASA até hoje, apenas 14 mulheres participaram.

Assista a este vídeo incrível:

Com informações do B9

A Soma de Todos Afetos

Blog oficial da escritora Fabíola Simões que, em 2015, publicou seu primeiro livro: "A Soma de todos Afetos".

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  • Realmente, amamentar bebês está ficando fora de moda porque mulheres em tempo integral estão querendo muito mais do que apenas criar os próprios filhos, ensinando-os a caminhar sem ajuda e a dialogar além daqueles sons que os bebês fazem, vocalizando o que querem e o que não, mas que mamães apenas entendem, ninguém mais. Conceber, gerar e parir já está de bom tamanho (ufa!) ou será que não, para essas mulheres emancipadas, destinadas a pisar o solo da Lua, antevisando galáxias, enquanto vovós, titias, madrinhas e babás, se incumbem dos pirralhos, na Terra mesmo, trocando fraldas, repondo as mamadeiras, banhando, ninando, vestindo e penteando, esse trabalho subalterno e nada relevante para quem nasceu para ser mais, muito mais do que "apenas" mãe. Para os que nasceram para ser "apenas" filhos, tudo bem, se apenas engatinham pela sala, portando uma chupeta, azul ou rosa ou multicolor, que ninguém é de ferro, para acompanhar sua mamãe pela Internet, enquanto ela caminha qual deusa sideral, além da estratosfera, conquistando paradigmas nunca antes permitidos nem sonhados pela plebe que “somente” embala berços de, talvez, futuros astronautas ou de "apenas" pais.

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