Eles teriam percebido o quanto ninguém poderia alcançar o amor que sentiam um pelo outro. Talvez, se em todas aquelas horas em que eles trocavam olhares perdidamente tímido-apaixonados tivessem sido preenchidas com beijos vagarosos, posteriormente, teriam provado de todo aquele banquete perfumado que hoje permanece puramente intocado. Se ao menos eles tivessem dito o que lhes incomodava dentro de seus corações, talvez hoje estariam juntos provando ao universo que o melhor sabor da vida é o amor incandescente dos jovens apaixonados. Se ao menos João tivesse dito um simples “oi” a Juliette, o acaso reescreveria um novo enredo onde eles não seriam capazes de viver uma vida sem o outro assistindo ao pôr-do-sol.
Se ao menos as pessoas dissessem aquilo que realmente sentem, o mundo seria um lugar infinitamente possível. Aberto aos sonhos e entregue aos mais preciosos desejos da alma.
Se ao menos eles tivessem dezessete novamente. Mas o tempo não volta; apenas dar voltas, mas nunca retorna.
"Se eu machuco alguém, eu reconheço isso, peço desculpas e posso mudar." A frase, dita…
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No final de Comer, Rezar, Amar, Liz Gilbert diz: “Eu escolhi a minha palavra: Attraversiamo. Significa: ‘vamos…
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