Desejar se íntimo de todo mundo e, não ter para quem ligar quando a crise existencial bater na madrugada — acredite, ela vai bater —, é triste… Gente dependente da nossa aprovação é grudenta, inconveniente, imatura. É alguma coisa estranha, menos, íntima.
Intimidade é aquela coisa leve de querer dividir as nossas vontades, de dividir os nossos segredos. Não é todo mundo que merece saber todas as confusões de sentimentos que há na gente. Da boca para fora, podemos falar muito, entretanto, o que é especial, guardamos para não contarmos para qualquer um. Não mesmo. Todo mundo é bagunça, incertezas, medos e tantas outras coisas. Intimidade nos dá uma força para deixar de lado o que sentimos, para mergulhar no profundo oceano do outro, às vezes, tão fundo que perdeu o reflexo azul do céu para ser escuro e silêncio.
Intimidade é saber dos gostos e desgostos do outro. É, além de conhecê-las, ter compartilhado histórias e experiências, boas e ruins — rir e chorar juntos se necessário com todas elas. É cruzar por um perfume e sorrir, saber a quem pertence as memórias recentes. É escutar uma música e saber que ela fez ou faz parte da história do outro — melhor ainda, de vocês. É saber que para a mãe andar, precisamos ser as pernas dela pelos corredores da casa. É fazer poupança extra para comprar o vídeo game que o irmão tanto deseja, sem poder adquiri-lo no momento, é fazer surpresa para o gosto que não é próprio, mas alegra tanto quanto. É reconhecer que o seu amigo, precisa de um ombro para se apoiar de vez em quando. É ter alguém para escutar nossas reclamações do trabalho, da família implicante que possuímos…
Intimidade é saber que é mais gostoso uma noite regada a risos, comidinhas gostosas e dormir agarradinhos com quem está sempre do nosso lado, a uma noite descompromissada com um estranho sentimental. Intimidade é carinho, gentileza, paciência; e puxão de orelha quando se fizer necessário, também.
Uma coisa que eu amo em viajar é que quando saímos do cenário habitual, conseguimos…
Andei afastada de mim. Sem energia e desconfiada de minhas percepções, do modo como me…
No final de Comer, Rezar, Amar, Liz Gilbert diz: “Eu escolhi a minha palavra: Attraversiamo. Significa: ‘vamos…
Após assistir ao filme "A vida de Chuck", inspirado em um conto de Stephen King,…
Nos dias de hoje, os hobbies online fazem cada vez mais parte da rotina de…
Durante muito tempo, os jogos online foram vistos apenas como uma forma de entretenimento leve,…