Para você que gosta de adrenalina essa informação é muito relevante. A Universidade de Wolverhampton, no Reino Unido, realizou uma pesquisa que com pessoas que usavam monitores de frequência cardíaca para medir as variações de pulso e descobriram que a média de batimentos cardíacos dos participantes submetidos a experiências como saltar de paraquedas e um primeiro encontro amoroso eram quase idênticos – 106 durante o primeiro encontro e 111 batimentos por minuto nos que faziam queda livre.
Duas mil pessoas foram estudadas e (54%) disseram que um primeiro encontro é uma experiência emocionante, mas apenas um em cada seis gosta desta adrenalina. O nervosismo foi apontado por um terço como fator determinante para abortar o encontro e 45% não souberam se comportar nessa situação.
A maioria dos participantes consideram o nervosismo um ponto forte e atrativo, 75% confirmaram que gostam da sensação e um em cada três afirmam que ficam envergonhados.
Quando nos colocamos na situação de adrenalina, o nosso corpo responde imediatamente e temos que nos esforçar para manter o controle, isso gera em nós uma aceleração cardíaca e tanto no amor quanto nos esportes radicais acabamos emitindo as mesmas frequências, não é demais?
Editorial CONTI outra
Imagem de capa: iurii, Shutterstock
"Se eu machuco alguém, eu reconheço isso, peço desculpas e posso mudar." A frase, dita…
Em um mundo hiperconectado, milhões de pessoas sentam-se diariamente diante de monitores brilhantes em busca…
Uma coisa que eu amo em viajar é que quando saímos do cenário habitual, conseguimos…
Andei afastada de mim. Sem energia e desconfiada de minhas percepções, do modo como me…
No final de Comer, Rezar, Amar, Liz Gilbert diz: “Eu escolhi a minha palavra: Attraversiamo. Significa: ‘vamos…
Após assistir ao filme "A vida de Chuck", inspirado em um conto de Stephen King,…