Por Flávio Gikovate
Aqueles que escolhem sempre o mesmo tipo equivocado de parceiro amoroso não têm o “dedo podre”: estão se orientando por um critério errado.
Se uma pessoa escolhe sempre o mesmo tipo de parceiro que depois se mostra incompatível, convém apontar o dedo para si e fazer autocrítica.
O encantamento amoroso depende de vários parâmetros, inclusive do juízo que cada um tem de si; quem está bem consigo busca parceiros afins.
Quem não gosta do seu jeito de ser e busca alguém que seja seu oposto está cometendo um erro que tende a se repetir; leva sempre à separação.
Quem não gosta do seu jeito de ser tem que, antes de tudo, tratar de se modificar e se transformar em alguém que convive bem consigo mesmo.
As escolhas equivocadas podem se basear em critérios equivocados; por exemplo: o encantamento erótico não costuma ser bom conselheiro amoroso.
O melhor critério de escolha amorosa é aquele que se assemelha ao das grandes amizades: afinidades de caráter, gosto, interesses, projetos…
As pessoas relutam em escolher suas parcerias pela via racional; a meu ver, estão erradas, pois é papel da razão tomar as grandes decisões.
Imagem de capa: Halfpoint, Shutterstock
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