Por Flávio Gikovate
Aqueles que escolhem sempre o mesmo tipo equivocado de parceiro amoroso não têm o “dedo podre”: estão se orientando por um critério errado.
Se uma pessoa escolhe sempre o mesmo tipo de parceiro que depois se mostra incompatível, convém apontar o dedo para si e fazer autocrítica.
O encantamento amoroso depende de vários parâmetros, inclusive do juízo que cada um tem de si; quem está bem consigo busca parceiros afins.
Quem não gosta do seu jeito de ser e busca alguém que seja seu oposto está cometendo um erro que tende a se repetir; leva sempre à separação.
Quem não gosta do seu jeito de ser tem que, antes de tudo, tratar de se modificar e se transformar em alguém que convive bem consigo mesmo.
As escolhas equivocadas podem se basear em critérios equivocados; por exemplo: o encantamento erótico não costuma ser bom conselheiro amoroso.
O melhor critério de escolha amorosa é aquele que se assemelha ao das grandes amizades: afinidades de caráter, gosto, interesses, projetos…
As pessoas relutam em escolher suas parcerias pela via racional; a meu ver, estão erradas, pois é papel da razão tomar as grandes decisões.
Imagem de capa: Halfpoint, Shutterstock
Uma coisa que eu amo em viajar é que quando saímos do cenário habitual, conseguimos…
Andei afastada de mim. Sem energia e desconfiada de minhas percepções, do modo como me…
No final de Comer, Rezar, Amar, Liz Gilbert diz: “Eu escolhi a minha palavra: Attraversiamo. Significa: ‘vamos…
Após assistir ao filme "A vida de Chuck", inspirado em um conto de Stephen King,…
Nos dias de hoje, os hobbies online fazem cada vez mais parte da rotina de…
Durante muito tempo, os jogos online foram vistos apenas como uma forma de entretenimento leve,…