E se eu disser que a maioria das pessoas sofre por amor simplesmente porque não ama.
Há uma grande e fundamental diferença entre o amor e o apego e creio que no mundo ainda sejam raras as pessoas que são realmente capazes de amar.
Abaixo, a monja Jetsunma Tenzin Palmo* fala um pouco sobre o assunto que, em suas palavras, deixam o obvio tão claro e simples de entender.
Ouçam com o coração e reflitam se o que, até hoje vocês chamaram de amor, realmente correspondia a esse sentimento.
Josie Conti
Ative a legenda no canto inferior direito do vídeo
Jetsunma Tenzin Palmo nasceu na Inglaterra e foi para a Índia com 20 anos, virou aluna de Khamtrul Rinpoche, viveu 12 anos em retiro numa caverna no Himalaia, tornou-se a segunda mulher ocidental ordenada no budismo tibetano (escola Drukpa Kagyu) e fundou um monastério de monjas, onde é a responsável hoje em dia, além de oferecer palestras e retiros pelo mundo todo. Com uma linguagem simples e um foco na vida cotidiana, sem discursos eruditos, ela é uma grande professora, recomendada por Sua Santidade o Dalai Lama e Alan Wallace.
"Se eu machuco alguém, eu reconheço isso, peço desculpas e posso mudar." A frase, dita…
Em um mundo hiperconectado, milhões de pessoas sentam-se diariamente diante de monitores brilhantes em busca…
Uma coisa que eu amo em viajar é que quando saímos do cenário habitual, conseguimos…
Andei afastada de mim. Sem energia e desconfiada de minhas percepções, do modo como me…
No final de Comer, Rezar, Amar, Liz Gilbert diz: “Eu escolhi a minha palavra: Attraversiamo. Significa: ‘vamos…
Após assistir ao filme "A vida de Chuck", inspirado em um conto de Stephen King,…