Imagem de capa: 4Max, Shutterstock
E se acordarmos e esquecermos do amor?
De sua existência, temperança, validade e astúcia sobre a vida?! Se não soubermos o que é sentir nada por alguém, nem sequer por nós mesmos? Se o amor partir, quem restará?
Vazios, medos e inverdades daquilo que queremos ser, mas que não conseguimos. Existimos para alimentar o amor, nutri-lo da nossa esperança libertadora e pungente. Porque o amor é necessário. Ele grita aqui dentro e imaginar o mundo sem sê-lo, por mais agridoce que sejam os seus efeitos, é sofrer de uma cegueira que não estamos preparados.
Então não há como viver, sequer pensar. A inexistência do amor é uma possibilidade nula. Amemos todos.
Acordemos de sonhos intranquilos, amando devagar e urgentemente.
Se é possível amar em plenitude, sem motivos grandes, calculados e articulados, não seria em nada espantoso se eu dissesse aqui e agora que, sem compromisso, eu amo você.
Uma coisa que eu amo em viajar é que quando saímos do cenário habitual, conseguimos…
Andei afastada de mim. Sem energia e desconfiada de minhas percepções, do modo como me…
No final de Comer, Rezar, Amar, Liz Gilbert diz: “Eu escolhi a minha palavra: Attraversiamo. Significa: ‘vamos…
Após assistir ao filme "A vida de Chuck", inspirado em um conto de Stephen King,…
Nos dias de hoje, os hobbies online fazem cada vez mais parte da rotina de…
Durante muito tempo, os jogos online foram vistos apenas como uma forma de entretenimento leve,…