Por Tatiane Argenta
Quero poder mergulhar nesse amor sem medo de você resolver só molhar os pés. Sou vendaval e o morno me entedia. Meu negocio é ferver. É queimar e até doer. É carne, osso, o que sangra e não tem receio de pedir perdão. Gosto de quem me joga no sofá e brinca distraído com os meus dedos.
Eu vou saber ser calmaria, amor. Eu vou saber andar devagarzinho quando precisar e te dar espaço para arrumar as coisas de dentro. Mas alguma hora eu vou correr e vou precisar que você venha comigo e não deixe eu me perder. Se por acaso eu quiser fugir pega minha mão e me diz o quão tola tenho sido, desembaça minha vista e me faz ver que todas as dores do passado não importam mais.
Tic Tac, não me atrase. Tic Tac, não se atrase. E vê se não desiste de mim. Não me descarta feito um papelzinho de bala voando pela sua janela do carro. Não me deixa olhar pra trás e já ter te perdido de vista, não pensa que é tarde demais para nós. Se me achar confusa demais me descomplica, me tranquiliza.
Não vou precisar de muito. Você escolher ficar já vai ser a maior prova de que isso é real. Olha nos meus olhos e enxerga a verdade quando minha boca quiser gritar.
Eventualmente eu vou errar, não saber como prosseguir ou só vou me deitar no seu peito aonde palavras não são necessárias. E vou precisar que você respire fundo, me desculpe, caminhe comigo, me aqueça.
Quando meu corpo e minha mente se cansarem, quando nossa energia se esgotar eu vou te fazer cócegas e reacender tudo. Eu te acalmarei também, te levarei para um recomeço com outros “nós”. Mais maduros e perdidamente apaixonados. Te conduzirei com passos leves e corações firmes.
E se ainda sim essa bagunça que eu sou for demais para você, tudo bem. É um risco que aceito correr e uma luta que no fim das contas vale a pena.
via Isabela Freitas
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Lindooo amei !!! Leio sempre o q postam. Parabéns !!!