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Por que o seu segundo amor merece mais importância do que o primeiro?

É engraçado o tamanho da importância que as pessoas depositam sobre as primeiras vezes de sua vida amorosa: primeiro encontro, primeiro beijo, primeiro aniversário de namoro – isso tudo com o seu primeiro amor! Não que ele não mereça todo esse valor, merece sim! Afinal pertenceu a sua fase de descobertas, e aposto como você aprendeu muita coisa com ele.

Mas para o segundo amor existir, o primeiro precisa partir. E é bem aí que as coisas complicam. Decepções, tristezas e um coração partido em pedaços. Parecia ser tudo tão perfeito, você se sentia tão bem, tão seguro com aquela pessoa e de repente tudo acaba! E muitas das vezes você nem sabe o porquê.

Mas se não bastasse acontecer tudo isso, eis que surge a famosa insegurança. “O que tem de errado comigo?”, “eu nunca mais vou encontrar alguém de novo” são alguns dos pensamentos que passam a rondar sua mente e que, de certa forma, te fazem se fechar com medo de sofrer novamente. Mas há uma boa razão pra este amor ser chamado de primeiro, e não de último.

Falemos agora sobre o segundo amor, que com toda certeza merece mais crédito que o primeiro. E aqui vão algumas razões:

1- Foi ele quem te fez acreditar de novo quando você achava não merecer mais o amor de ninguém, e te deu a oportunidade de amar e ser amado novamente.

2- Foi ele quem te ajudou a arrumar a bagunça no seu coração deixada pelo primeiro.

3- E principalmente, foi ele quem te fez enxergar que se não deu certo com um, de maneira alguma isso quer dizer que não possa dar certo com outro. Afinal, os amores são diferentes.

Obviamente, ser o segundo também não quer dizer que será o último. Pode até ser! Mas se não for, deixa pra você a maravilhosa e reconfortante lição de que o amor é uma fonte renovável. Não importa quantas vezes e em quantas partes seu coração for partido, sempre terá aquele alguém disposto a te fazer acreditar de novo.

Fonte: Elitedaily

A Soma de Todos Afetos

Blog oficial da escritora Fabíola Simões que, em 2015, publicou seu primeiro livro: "A Soma de todos Afetos".

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