Em nossos medos estão escondidos nossos maiores potenciais. O que nos assusta não é a nossa sombra, mas nossa capacidade de iluminar. Temos receio de abrir as asas porque no chão não corremos o risco de cair. Voar nos requer constante alerta e coragem, então é mais fácil ficar estacionado no conforto. Mas voar é preciso, porque a vida acontece mesmo é perto do céu, onde as asas se movimentam. E onde as nuvens podem sim embaçar nossa visão, mas ao mesmo tempo o azul da nossa coragem nos ajuda a descobrir nossos maiores potenciais, fortalecendo nossas asas.
Quando se encara o medo de frente e descobre-se que dentro de nós há uma fonte inesgotável de luz e amor não queremos mais parar de transbordá-la. É assim que se dá a descoberta de que podemos levar luz com nossas asas e ajudar assim outras pessoas a fazerem o mesmo.
Muitas vezes uma pessoa muito nervosa que desconta sua ira em outra, pode estar escondendo por trás do gesto de agressividade um medo muito grande. E desconhece seu próprio potencial. A busca diária pelo autoconhecimento é o que pode ajudar a desvendar os mistérios de si mesmo e a confrontar e elaborar medos, podendo colocar em prática a essência que quer voar e transbordar pelo caminho da vida.
Imagem de capa: Carla, por Berta Vicente
"Se eu machuco alguém, eu reconheço isso, peço desculpas e posso mudar." A frase, dita…
Em um mundo hiperconectado, milhões de pessoas sentam-se diariamente diante de monitores brilhantes em busca…
Uma coisa que eu amo em viajar é que quando saímos do cenário habitual, conseguimos…
Andei afastada de mim. Sem energia e desconfiada de minhas percepções, do modo como me…
No final de Comer, Rezar, Amar, Liz Gilbert diz: “Eu escolhi a minha palavra: Attraversiamo. Significa: ‘vamos…
Após assistir ao filme "A vida de Chuck", inspirado em um conto de Stephen King,…