O ator Luiz Carlos Araújo, de “Carinha de Anjo” teve uma morte acidental após uma mistura do uso de antidepressivos, cocaína, álcool e uma “técnica de relaxamento” de um saco plástico para cobrir a cabeça, segundo laudo da Polícia Civil de São Paulo, revelado nesta quarta-feira (22).

De acordo com a perícia, a morte deve ter sido causada pelo próprio indivíduo enquanto ele tentava fazer uma técnica de relaxamento chamada de re-respiração com a ajuda do saco plástico.

Ator Luiz Carlos Araújo. Foto: Divulgação

“Tal prática pode ter como complicação a asfixia por confinamento (troca do ar respirável por ar irrespirável)”, explica o laudo.

A técnica, informou o legista, é usada para diminuir respiração rápida e descontrolada em situações de ansiedade, para “aumentar o teor de dióxido de carbono e diminuir o teor de oxigênio”.

O laudo conclui: “A associação de antidepressivos, cocaína e álcool, com consequente rebaixamento do nível de consciência, associada ao confinamento foram às causas da morte”.

O ator foi encontrado no último dia 11, dentro de um apartamento sem sinais de arrombamento. Luiz Carlos era conhecido por sua participação na novela Carinha de Anjo, do SBT, e em outras peças de teatro. Ele tinha 42 anos.

 

Com informações de R7

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1 COMENTÁRIO

  1. Poderia acontecer com qualquer um de nós que, considerando insuportável e insuficiente a vida, apenas com sua beleza simples, saudável e natural busca, em outros caminhos, o atalho mais complicado para ser feliz ou fugir de si mesmo. Ninguém está livre de sucumbir sob o peso de si próprio, às vezes, pesado além do que se pode suportar. Porém, lamentável, que esse jovem e bonito espécime humano não tenha encontrado em Deus a motivação, a fortaleza e a coragem de continuar, pelo menos “mais um pouco”, mais alguns dias, apenas, porque tudo passa, o cenário se transforma, os personagens são trocados, novas luzes iluminam a escuridão e se pode escutar os aplausos, merecidamente nossos, por não termos desistido. Que pena não deu tempo para o Luiz, não importam os motivos só dele, que pena. Agora o diálogo particular é entre Pai e filho. Proibido o acesso.

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