A Fiocruz, Fundação Oswaldo Cruz, quer importar 2 milhões de doses da vacina de Oxford e começar vacinação contra Covid-19 ainda este mês.

A Fundação Oswaldo Cruz já informou à Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que vai pedir o aval para uso emergencial da vacina na logo na próxima semana.

A estratégia da fundação e trazer algumas doses prontas já do Reino Unido.

O laboratório revelou à Anvisa que busca formas de antecipar a entrega da vacina finalizada, “considerando o grave quadro sanitário” e a “aceleração dos números de mortes associadas à Covid-19” no país.

Nos ofícios enviados à Anvisa, a Fiocruz não informou quantas pessoas pretende testar o imunizante a partir dos dois milhões de doses previstos para importação, assim como também não disse a data prevista para o início da campanha.

Já a Anvisa estima que avaliará os pedidos de uso emergencial das vacinas no Brasil em no máximo dez dias.

O Ministério da Saúde afirma que, no melhor cenário, a vacinação terá início no próximo dia 20 em todo o país.

A ideia é distribuir 210,4 milhões de doses em 2021, que serviriam para imunizar mais de 105 milhões de pessoas pelo território nacional.

Ao todo, o governo investiu cerca de R$ 2 bilhões pra compra de doses e transferência de tecnologia para a Fiocruz.

No plano nacional de imunização, o governo ainda prevê aplicar doses da vacina de Oxford em cerca de 50 milhões de brasileiros de grupos prioritários ainda no primeiro semestre deste ano.

A aplicação da vacina de Oxford é feita em duas etapas, com intervalo que podem ir de um até três meses.
Com informações Estadão/Jovem Pan
Foto: EFE/EPA/Oxford University

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