“Seios não me definem como mulher”: ela venceu o câncer e aprendeu a ser feliz com o seu corpo

Uma das mais comuns e ao mesmo tempo difíceis não só de enfrentar, mas lidar, são as doenças mortais. Como o câncer, seja ele qual for o tipo.

Infelizmente, em muitos casos não há cura, a doença pode retornar, e tudo isso impacta e já tirou a vida de milhões de pessoas ao longo do tempo, mesmo com todos os esforços dos mais variados especialistas. Um dos mais comuns é o câncer de mama e as campanhas tidas hoje como fundamentais para que as mulheres realizem regularmente o autoexame é uma importante ferramenta de prevenção.

Contudo, nem sempre é o suficiente, como foi no caso de Christina Belding, do Canadá. Aos 52 anos ele precisou concordar com que os cirurgiões procedessem à remoção completa de suas glândulas mamárias. Isso não foi fácil de aceitar, mas em retrospecto, Christina conseguiu enxergar um lado positivo nessa situação toda:

“Meus seios tiveram que ser removidos. Fico feliz que tenha sido assim, porque não há mais risco de nada. Já tinham bons momentos de sobra, por isso preferi afastá-los a ter que me reinventar com um par artificial. Além disso, ter seios não precisa me definir como mulher.” escreveu em uma das várias publicações que ela comenta sobre o assunto no seu Instagram.

Ela usa a rede social como uma janela que permita a reflexão de outras mulheres sobre o assunto e Christina também mostra como sua situação de vida mudou. A julgar pelas alegres fotos na praia com uma amiga, podemos dizer que Cristina conseguiu encarar o passado e aprendeu a conviver bem com ele.

Com informações UPSOCL
Fotos: reprodução instagram



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Blog oficial da escritora Fabíola Simões que, em 2015, publicou seu primeiro livro: "A Soma de todos Afetos".

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