Depois da Pfizer, agora foi vez da vacina desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford comprovar a sua eficácia. Segundo dados preliminares, o imunizante revelou 90% de eficácia e o pedido do uso emergencial à ANVISA já foi encaminhado.

O resultado dos testes envolveu mais de 24 mil voluntários, e segundo os pesquisadores, nenhum deles teve como consequência sintomas graves após a vacina, nem mesmo chegando a serem hospitalizados.

Matt Hancock, secretário de saúdo do Reino Unido, afirmou que possuem 100 milhões de doses da vacina encomendadas e a expectativa é da liberação até o ano novo.

“Estamos muito confiantes agora que depois da Páscoa as coisas podem realmente começar a voltar ao normal”, explicou o secretário.

“Essas descobertas mostram que temos uma vacina eficaz que salvará muitas vidas. Descobrimos que um de nossos regimes de dosagem pode ser cerca de 90 por cento eficaz e, se esse regime de dosagem for usado, mais pessoas podem ser vacinadas”, acrescentou Andrew Pollard, diretor do Oxford Vaccine Group e pesquisador-chefe do Oxford Vaccine Trial.

“O anúncio de hoje só é possível graças aos muitos voluntários em nosso teste e à equipe talentosa e trabalhadora de pesquisadores em todo o mundo”, concluiu.

Ao contrário da vacina Pfizer que precisa de uma temperatura mais baixa, a vacina Oxford pode ser armazenada entre 2 e 8 ° C, o que facilita tanto a sua distribuição quanto o seu armazenamento.

Com informações Telegraph e O Globo
Foto: reprodução Financial Times

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