A iniciativa busca criar um “Cadastro Estadual de Agressores de Animais” que impeça, na medida do possível, que pessoas acusadas de abusos de animais nunca mais possam adotar outro animal.

No que diz respeito aos maus-tratos com os animais, o México tem sido um exemplo de como boas medidas para proteger os animais de estimação contra o abuso de animais são importantes. A mais nova então é inovadora: os legisladores buscam criar um registro nacional de agressores de animais.

Na última segunda, 26, por meio de videoconferência para a imprensa, a deputada local do Partido da Ação Nacional (PAN), Brenda Escamilla, informou que, junto com a deputada Karla Fiesco, estão propondo a criação do Cadastro Estadual de Agressores de Animais.

A proposta teria o objetivo de buscar que os agressores de animais de estimação nunca mais pudessem adotar outro animal, e assim, afastando o perigo de novos bichinhos passarem por essa situação horrorosa.

“Com essa reforma que aqui apresentamos, propõe-se a criação de um cadastro estadual de agressores de animais, que conterá os dados das pessoas condenadas por maltratar e / ou assassinar um animal”, falou Escamilla.

A legisladora destacou que isso visa proteger outros animais de futuros comportamentos agressivos, já que outros inocentes podem cair nas mãos dessas pessoas sem que um abrigo, protetor ou fundações dedicadas ao resgate saibam dessa informação fundamental. A ideia finalmente é gerar criar um histórico das pessoas que abusam de animais e de animais que foram maltratados.

Em princípio, esse registro ficaria a cargo da Secretaria de Meio Ambiente do estado em coordenação com o Ministério Público local, que teria competência para administrar e regular o funcionamento do novo banco de dados.

Casa a reforma seja aprovada – esperamos que sim, o México será pioneiro nessa área. A iniciativa será apresentada foi apresenta na última terça, dia 27, em plenário federal.

Além disso, Escamilla indicou que sua próxima missão em busca de proteção animal é impedir que animais de estimação sejam vendidos em vias públicas. Uma prática muito comum que coloca os animais em risco, pois também podem cair nas mãos de pessoas acusadas de abuso.

Tudo é pensado para que os peludos tenham seus direitos, que é serem adotados para receberem o amor e carinho incondicional que merecem.

Com informações UPSOCL
Fotos: Pixabay

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