Infelizmente, mesmo em 2020, a comunidade LGBTQI+ precisa continuar a sua luta constante para combater a homofobia e a discriminação.

É uma triste realidade que ainda está presente em todo o mundo, mas graças ao enorme trabalho de várias frentes, governos e país, algumas boas reviravoltas estão sendo colocadas em prática para evitar o desrespeito contra a comunidade. Nesse sentido, o Canadá foi um dos países pioneiro de várias maneiras, desde seu primeiro-ministro gay, Justin Trudeau, até a imagem histórica de seus militares podendo demonstrar o seu amor em público.

A histórica foto está completando 4 anos em 2020, quando um oficial das Forças Armadas chega ao porto após 9 meses à bordo do navio Winnipeg e beija o seu noivo em frente às câmera. A cena particular do reencontro entre um marinheiro e sua namorada é um clássico dos mais machistas já vendidos, mas naquela ocasião o reencontro entre um casal homessexual foi extremamente importante.

Para marcar o aniversário do registro, as próprias Forças Armadas do Canadá nos EUA divulgaram a imagem e o vídeo do momento com uma bela mensagem. “Que viva o amor!”

As Forças Armadas do Canadá nos Estados Unidos, publicaram junto da imagem a hashtag #ProudBoys

“Se você usa nosso uniforme, sabe o que significa. Se você está pensando em usar nosso uniforme, sabe o que significa. Amor é amor. Você sabe o que queremos dizer? Eles ficaram em silêncio. Eles foram rejeitados. Eles nem sempre foram bem-vindos. É sobre nós, então, agora. Isso é para eles. Eles somos nós”, está escrito na conta oficial do Twitter.

REPETE COMIGO: O AMOR NÃO TEM GÊNERO!

Com informações UPSOCL e Twitter Canadian Forces

RECOMENDAMOS



LIVRO NOVO



Blog oficial da escritora Fabíola Simões que, em 2015, publicou seu primeiro livro: "A Soma de todos Afetos".

2 COMENTÁRIOS

  1. O problema da maioria das pessoas não propriamente é o preconceito. O que parece intransigência delas é o fato de terem sido criadas em uma época sem o liberalismo da geração atual, que as impede, de pronto, a aceitar condutas que seus educadores censuravam e seus familiares tradicionais condenavam. Não se pode reprovar essas pessoas que preferem continuar obedecendo normas patriarcais que consideram meritórias tanto quanto se deve aceitar, sem criticas, a liberdade afetiva de cada qual, seja qual for. Assim como pessoas do mesmo sexo se consideram no direito de escolher seus parceiros, a mesma liberdade de escolha deve ser respeitada naquelas que preferem ser um homem e uma mulher, exatamente como foram seus pais e avós. O que não de pode é forçar a barra, puxando a brasa para a sardinha de cada grupo, porque em verdade, diante de Deus, somos todos irmãos.

  2. Só não entendi a parte: “A cena particular do reencontro entre um marinheiro e sua namorada é um clássico dos mais machistas já vendidos […]”. Pessoal, de boas, eu sou bissexual, longe de mim ter algum preconceito, mas também não acredito que atacando assim as pessoas hétero se consegue algo. Assim como o próprio texto disse “Que viva o amor!”. Não importa o gênero. Não há nada machista um cara beijar uma mulher (desde que com seu consentimento, claro). O machismo não esbarra exatamente na cena “do marinheiro beijando a namorada”, mas sim de todo um contexto histórico-social. Não sejamos tendenciosos. Deixa os caras beijarem mulher, deixa os caras beijarem homem, deixa os caras serem felizes.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui