Em testes preliminares, os pesquisadores que monitoram a vacina experimental da Pfizer contra COVID-19 relataram que não houve nenhum tipo de problemas de segurança da vacina, mesmo com mais 12.000 voluntários terem recebido a segunda dose.

“Até o momento, nenhum sinal de segurança foi relatado”, falou Mikael Dolsten, diretor científico da Pfizer, em uma conferência online com investidores.

A Pfizer confirmou que espera obter dados definitivos sobre a eficácia da vacina até o final do próximo mês.

A empresa prometeu ainda que vai disponibilizar publicamente todos os seus dados de segurança e eficácia sobre a vacina.

O objetivo agora é aumentar o número de voluntários para 44.000 pessoas, sendo que eles já atingiram a meta inicial de 30.000 participantes.

As farmacêuticas expandiram os critérios do teste para permitir a inclusão de adolescentes e inclusive pessoas com certas condições médicas, como pessoas soropositivas.

O estudo compara duas doses da vacina da Pfizer em desenvolvendo em conjunto com a BioNTech SE da Alemanha, e também com duas doses de um placebo.

Embora os médicos e participantes do estudo não saibam quem recebeu a vacina real, existe um comitê de especialistas externos que sabe quais pessoas receberam a injeção e estão em constante revisão dos dados de segurança semanalmente, segundo afirmaram os executivos da Pfizer.

“Eles nos notificariam se tivessem qualquer preocupação com a segurança”, disse Kathrin Jansen, chefe de pesquisa de vacinas da Pfizer, na mesma conferência online.

Além disso, os próprios cientistas da empresa também estão procurando eventos adversos da vacina que possam vir a ser preocupantes, mas até agora nada foi encontrado.

O único efeito até o momento é a fadiga, de acordo com a apresentação da Pfizer.

Com informações Japan Time/Bloomberg
Foto: Pfizer

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