Medicamento experimental conseguiu bloquear a ação do micro-organismo e evitar danos no cérebro de fetos com o vírus. As pesquisas foram realizadas em ratos mas, futuramente, com o sucesso da pesquisa e todos os testes aprovados, o medicamento pode vir a salvar milhares de grávidas e seus bebês.

Desenvolvido por uma equipe de pesquisadores brasileiros, o estudo foi publicado na última segunda, 20, na conceituada revista Nature Neurosciece.

Os cientistas descobriram que a inibição de uma proteína chamada AhR ou receptor para aril hidrocarboneto, pode permitir ao sistema imune combater com muito mais eficácia a replicação do vírus zika no organismo.

Os experimentos foram feitos no Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo – ICB-USP, e a terapia antiviral se mostrou capaz de prevenir o desenvolvimento de microcefalia e outras malformações em fetos de camundongos, cujas mães foram infectadas durante a gravidez.

Com o resultado promissor, as fêmeas grávidas dos experimentos também foram infectadas pelo vírus e o medicamento protegeu os fetos de danos cerebrais.

Houve remissão total do vírus na placenta, e os ratinhos nasceram saudáveis, assim como não houve complicações para as mamães ratinhas.

Os próximos passos da pesquisa envolvem testes primatas, e com resultados promissores, novos estudos clínicos serão realizados até chegar na fase de segurança e êxito para testes em humanos. Mas já pensou quantas vidas podem ser salvas por isso?

Com informações Metrópoles
Foto: reprodução

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