Aprovado pelo FDA, o medicamento teve resultados positivos contra o Covid-19 e por isso é o primeiro a ser liberado no país para o tratamento. A liberação do medicamento foi anunciada pelo presidente Donald Trump, ontem, 1º de maio. O país lidera o número de infectados no mundo, com mais 1,2 milhão de pessoas e 65 mil óbitos.

A autorização de emergência no entanto não significa que o medicamento esteja liberado em toda a população pela FDA, o que acontece é que ele não precisará da liberação detalhada, já que ainda faltam verificar efeitos colaterais e outras normas de segurança. Ou seja, a aprovação emergencial dá ao medicamento o status de padrão para o tratamento de pacientes infectados pelo novo coronavírus no país.

O remdesivir, já foi usado anteriormente contra o Ebola, apresentando resultados positivos em pacientes com coronavírus, tendo o principal resultado a diminuição no tempo médio de internação em testes experimentais.

O teste do remdesivir foi feito em 1.063 pessoas com o coronavírus.

Antes de ser aprovado pelo FDA, a revista especializada Nature já havia publicado um artigo mostrando o medicamento e afirmou ser “uma das maiores esperanças do mundo contra o COVID-19” e que “pode reduzir o tempo de recuperação da infecção por coronavírus”.

“O que provou é que um medicamento pode bloquear esse vírus”, disse Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA, NIAID, e que faz parte do Departamento de Saúde dos EUA.

O FDA tem autonomia para emitir uma autorização de emergência para produtos médicos ainda não aprovados, mas que possuem um potencial para tratar uma doença com risco de morte enquanto não existiram alternativas aprovadas em todos os testes e estudos detalhados.

Com informações do CorreioBraziliense

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