Talvez poucos de nós saibamos lidar com a brevidade das coisas, das pessoas, dos momentos, dos sentimentos. Nada dura para sempre, a não ser os registros deixados em escritos, em fotos, em meios virtuais. Hoje já não é mais ontem, tampouco será igual ao amanhã. Tudo muda, tudo tem fim, tudo acaba.

Momentos são instantes que duram o tempo exato do quanto os aproveitamos. Esperamos avidamente por um evento e, quando percebemos, pronto, já acabou. Uma festa, um aniversário, um café da tarde, um churrasco, todos são momentos que rapidamente terão fim. Cabe-nos aproveitar o máximo enquanto ali estivermos, dentro do instante, junto com quem amamos.

Sentimentos também podem durar pouco, com exceção do amor verdadeiro, que dura uma eternidade. No entanto, o amor pode acabar, assim como a motivação, o carinho, a necessidade, a oportunidade do perdão. Há sentimento enquanto há volta, retorno, reciprocidade. Quando, contudo, o sentimento só mora na gente, ou quando o outro decepciona e sequer corresponde ao que oferecemos, tudo morre, aos poucos ou de repente.

Talvez poucos de nós saibamos lidar com a brevidade das coisas, das pessoas, dos momentos, dos sentimentos. Nada dura para sempre, a não ser os registros deixados em escritos, em fotos, em meios virtuais. Hoje já não é mais ontem, tampouco será igual ao amanhã. Tudo muda, tudo tem fim, tudo acaba.

Momentos são instantes que duram o tempo exato do quanto os aproveitamos. Esperamos avidamente por um evento e, quando percebemos, pronto, já acabou. Uma festa, um aniversário, um café da tarde, um churrasco, todos são momentos que rapidamente terão fim. Cabe-nos aproveitar o máximo enquanto ali estivermos, dentro do instante, junto com quem amamos.

Sentimentos também podem durar pouco, com exceção do amor verdadeiro, que dura uma eternidade. No entanto, o amor pode acabar, assim como a motivação, o carinho, a necessidade, a oportunidade do perdão. Há sentimento enquanto há volta, retorno, reciprocidade. Quando, contudo, o sentimento só mora na gente, ou quando o outro decepciona e sequer corresponde ao que oferecemos, tudo morre, aos poucos ou de repente.

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Imagem de Mabel Amber, still incognito… por Pixabay

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Marcel Camargo
"Escrever é como compartilhar olhares, tão vital quanto respirar".

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