Solucionar os problemas dos clientes, consolidar a imagem da marca e obter lucros. Essas são algumas das respostas que as pessoas dirão caso alguém questione qual é o objetivo de uma empresa. 

Essas três respostas – e até outras ainda – não estão erradas, mas para todos esses objetivos serem alcançados, uma empresa (tanto pequena quanto uma grande) tem que cumprir um objetivo ainda maior: vender mais.

O gráfico de vendas sempre alto no final do mês e no final de ano mantém uma empresa respirando. Por isso, estratégias para aumentar as vendas são fundamentais para o êxito de qualquer negócio.

Porém, quando se trata de vender produtos e serviços é importante saber que quem os compra são pessoas. E acredite: compreender os seres humanos, em todas as suas contradições e reações, não é uma tarefa fácil.

Contudo, é por isso que cada vez mais o Marketing e a Psicologia andam de mãos dadas. Desse casamento já surgiu até um campo de estudo chamado Neuromarketing. 

Entretanto, é graças ao Neuromarketing que os empreendedores podem entender melhor os fatores psicológicos que influenciam a ação de compra. Além disso, são vários fatores, por isso, conheça aqui alguns deles:

1 – Aspectos visuais

A Psicologia das Cores está aí para comprovar o quanto a imagem é importante como argumento de venda. De uma forma geral, os estímulos visuais compreendem o primeiro contato entre o produto e o cliente.

Por isso, não é à toa quando falam que os detalhes e a qualidade de um determinado produto “salta aos olhos”.

No caso das cores, o tom delas e o que elas representam são importantes estímulos para propiciar as vendas. Sendo assim, cores quentes, como o amarelo e o vermelho, são importantes para a divulgação de alguns produtos alimentícios, por exemplo.

Por outro lado, cores mais sóbrias e frias, como o azul e o branco, caem muito bem para aquelas mercadorias do segmento de higiene e limpeza.

Ainda sobre os aspectos visuais atuando como importantes fatores psicológicos é importante lembrar também dos layouts de sites em geral. Um site institucional, ou um e-commerce, com um visual caprichado contam muito para facilitar o atendimento e incentivar uma venda.

Por isso, é importante construir sites utilizando plataformas responsivas e que contenham bom templates. Sendo assim, o WordPress e a Joomla! são algumas das mais recomendadas para um projeto na web.

2 – Segurança

A compra online traz uma série de vantagens e comodidade é uma delas. O fato de adquirir um produto sem sair de casa, por meio de alguns cliques denota praticidade.

Sendo assim, ao saber que um e-commerce é completamente seguro e irá proteger os dados e senhas ali fornecidos, o cliente efetua o negócio de forma mais tranquila. 

A segurança consiste em um importante fator psicológico. É por isso que uma loja virtual deve contar com um certificado SSL e um nome de domínio

O público, de uma forma geral, está mais atento para essas questões de proteção e esses recursos conferem mais credibilidade para a loja online.

3 – Influenciadores

No atual estágio da internet em que estamos, a ação dos influenciadores digitais em divulgar produtos, informações e formar opiniões do consumidor atingiu um grau bastante elevado.

Um exemplo atual disso são os Youtubers. Eles normalmente são especialistas em um determinado assunto, atuam em nichos específicos e alguns deles contam com uma legião de seguidores. 

Tudo isso os tornam excelentes meios de divulgação e até de persuasão de vendas. Nesse exemplo, os gatilhos da autoridade e da recomendação entram em cena para impulsionar as vendas. 

Pelo fato de que os influenciadores não são obrigatoriamente celebridades, mas sim pessoas que são reconhecidas e possuem autoridade no segmento que atuam e falam a linguagem do público-alvo.

Por isso, com um planejamento adequado, é possível estabelecer parcerias com os influenciadores que atuam no mesmo segmento que o seu.

4 – Ocupação profissional 

A área profissional em que o consumidor atua também é um fator psicológico que influencia na hora de efetuar uma compra. Um fotógrafo profissional, por exemplo, vai estar mais suscetível a se interessar por equipamentos fotográficos do que outras pessoas.

O mesmo vale para outros profissionais de diferentes nichos, tais como atletas, chefs de cozinha, engenheiros, ou seja, cada área possui as suas particularidades e os seus interesses de consumo. 

5 – Valores pessoais 

As convicções pessoais de um consumidor influenciam a sua decisão de compra. Um exemplo disso é um cliente que aderiu ao estilo de vida vegano. Ele certamente estará mais atento na hora de consumir produtos.

Sendo assim, é importante que uma empresa, na hora de criar conteúdo e estratégias de marketing, leve em consideração esse detalhe. 

Pode reparar que, nos dias de hoje, época em que são valorizados termos como “empatia” e “representatividade”, várias marcas, como a Skol e Boticário, baseiam suas campanhas publicitárias nesses conceitos.

Conclusão

Na era da segmentação, a criação de uma persona é fundamental para guiar qualquer estratégia de Marketing. Por isso, entender o comportamento do consumidor nunca foi tão importante quanto nos dias de hoje. 

Ao captar leads e se comunicar com o consumidor, compreender e estudar os diferentes fatores psicológicos ajuda muito na hora de efetuar vendas.

Por fim, nunca se esqueça que diferente do que muitos pensam, é a mente que comanda o bolso. 

Photo by Collis from Pexels

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