Após perder o primo para a leucemia, ele conseguiu ajudar a salvar as vidas de desconhecidos fazendo nada menos que duas doações de medula óssea em um período de quatro anos.

O nome desse grande homem que abraçou a missão ajudar o próximo é Arinaldo Azevedo, um paraibano de 35 anos.

Cadastrado no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), ele foi compatível mais de uma vez, sendo a última com um paciente que aguardava na fila de espera de um transplante de medula e conseguiu ser doador agora em setembro.

Nascido em Catolé do Rocha, no Sertão, Arinaldo viajou para realizar o segundo procedimento de coleta de medula na cidade de São Paulo

“Ser compatível e doar uma vez já foi maravilhoso, e duas então, estou realizado. Eu desejo que mais pessoas consigam salvar vidas, que se cadastrem como possíveis doadores, e torço pra que elas sejam compatíveis também”, disse Arinaldo.

“Hoje, depois de quatro anos de quando fui doador de medula pela primeira vez, consegui ser novamente compatível com um paciente”,comemorou.

A primeira vez que Arinaldo Azevedo foi compatível para o transplante de medula óssea foi no ano de 2015.

“Eu fiz a primeira doação há quatro anos, e o procedimento aconteceu por meio das veias do braço, para um paciente de Madri, na Espanha”, contou.

“Na época eu fiz o procedimento de doação em Ribeirão Preto porque como era uma doação internacional, geralmente o procedimento é feito em uma cidade onde tem aeroporto”, explica.

Arinaldo ainda explicou que, o procedimento mais recente foi realizado pelos ossos da bacia e o transplante foi para um paciente daqui do Brasil.

“Em 2015 fui compatível com um paciente da Espanha, mas agora quem vai receber o transplante é alguém do Brasil”, afirma.

Com informações do G1

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