Se você perguntar a um grupo numeroso de pessoas sobre qual seria a maior saudade de cada um, certamente a resposta de muitos indicará a saudade das avós que já se foram.

As avós são as nossas segundas mães, nos oferecem um carinho que ninguém mais consegue oferecer, e conforme as leis da natureza, não estarão para sempre junto de nós, portanto os momentos que dividimos com elas são preciosos. E quem decidiu registrar esses momentos especiais entre avós e netos foi a fotógrafa indiana Sujata Setia, especialista em fotografias de família.

Segundo a fotógrafa, que hoje mora em Londres, a decisão de fotografar vovós e seus netos em momentos de intimidade foi tomada depois que ela percebeu que não possuía absolutamente nenhuma fotografia com seus avós, sempre tão presentes em sua vida, mas que agora já não estão mais aqui.

As fotos, no geral, são feitas com luz natural e em ambientes externos. Eles possuem um tratamento especial e cores específicas, que tem a intenção de nos transportam diretamente para os tempos de infância.

Se ainda tiver os seus avós por perto, pode ser que, ao ver as fotos desta fotógrafa indiana, você tenha o impulso de correr para juntos deles e bater uma foto para emoldurar e guardar no coração.

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Redação CONTI outra. Com informações de Hypeness

Fotos: Sujata Setia

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REDAÇÃO CONTI outra
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1 COMENTÁRIO

  1. Quem sabe o fato de Sujata Setia não possuir nenhuma foto com seus avós, foi o que a motivou a transmitir tanta sensibilidade para vovôs e netinhos do mundo inteiro, nestas imagens incorpóreas e imateriais, não apenas fotos, porque transcendem espaço e tempo, portas a dentro de emoções profundas e eternas, tão deslumbrantes quanto simples, nos arrastando para momentos semelhantes, que julgávamos só nossos, mas ela os descobriu e revelou. Ali nos reconhecemos também avós e netos, na mágica do amor mais elevado, genuíno e santo, cada um de nós naqueles rostos fala sem palavras do imprescindível e do essencial, tudo ao redor se esvai, fora daquele Céu.Parabéns, Sujata, precisamos de imagens maravilhosas como essas no mundo hostil onde acordamos todos os dias para vencer ou perder batalhas, mas sempre nos ferindo nelas. Você lembrou que existe vida fora dos confrontos e da concorrência, porque parece, somos muito mais puros e verdadeiros no início e no final do tempo de viver, já que no espaço que os medeia, precisamos usar as máscaras que escondem quem na verdade somos. Ouça os aplausos do Planeta, Sujata, você merece ouvi-los, todos seus.

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