Padrões de beleza, nós sabemos, são construções sociais que variam conforme o tempo e a cultura e, assim como são construídos, podem ser desconstruídos. No mundo contemporâneo, globalizado, à diferença do que se passava em outras épocas, instituiu-se um padrão universal de beleza, que não admite exceções e que age de maneira tirânica sobre os corpos femininos, colocando em xeque, não raro, a saúde das mulheres (tanto a psicológica quanto a propriamente física). Esse padrão, no entanto, vem sendo duramente contestado nos últimos tempos.

Que indústria da moda ainda é cruel com quem foge dos padrões impostos por ela – um biótipo magro e alto –, não há dúvidas! Porém, surpreendentemente, a Semana de Moda de Nova York, que apresentou a coleção de outono/inverno de diversas marcas badaladas, contou com o maior número de modelos curvilíneas já visto.

Outro dia assistimos a esta relevante reportagem e decidimos buscá-la no Youtube para compartilhar com vocês. Vale muito a pena assisti-la até o fim. Confira as modelos curvilíneas que não só brilham nas passarelas como também mandam um recado importante para o mundo:

 

Via Revista Pazes

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Blog oficial da escritora Fabíola Simões que, em 2015, publicou seu primeiro livro: "A Soma de todos Afetos".

1 COMENTÁRIO

  1. O problema não é seguir a moda, sendo magra ou gorda, com ou sem curvas. Obesidade é doença, incentivá-la é crime. Concursos plus size, motivando gordinhas a continuarem acima do peso não é legal, pelo contrário, é um desserviço à saúde delas que, cedo ou tarde vai gritar por socorro mas nem sempre dá tempo. Estar na moda sendo magra ou gorda, tanto faz. Imprescindível é ter saúde e nenhum coração humano consegue suportar gordura excessiva, nenhuma estrutura óssea resiste ao peso excedente de muitos quilos a mais. Isso sem falar no desconforto de caminhar e ficar exausta, subir uma escada de alguns degraus, chegando ao topo quase morta, não poder se abaixar para pegar qualquer coisa no chão, amarrar os cadarços do tênis ou passar em catracas sem pagar mico. Saúde é outra coisa. Se o problema é muita comida, o jeito é fechar a boca e se é hereditário, hormonal ou metabólico, bora tratar disso com o especialista competente da área de saúde, enquanto a morte não vem para nos levar magros e gordos, um dia, mas tomara demore.

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