Se tem algo que não podemos duvidar é que o tempo é um dos recursos limitados mais importantes que temos, embora seja verdade que só temos o momento presente, também é verdade que vivemos atrelados a uma dimensão que nos faz ter que administrar sabiamente os dias com o qual temos, obviamente, sem a certeza de levá-los a viver.

Sem se envolver no que representa o tempo, a sua passagem ou a sua inexistência como tal, é útil aplicar filtros que nos permitam fazer bom uso do nosso tempo. Uma das piores formas de perder tempo é dedicar àquelas pessoas que são indiferentes à nossa dedicação e atenção, que não se importam se somos ou não, ou que não têm a mesma reciprocidade para conosco, deixando-nos nos últimos lugares na sua lista de prioridades.

Quando não somos uma prioridade, isso é perceptível, nós sabemos disso, mas às vezes nos tornamos cegos, sabemos de nossa própria experiência, porque quando algo ou alguém é uma prioridade para nós, nós fazemos o tempo necessário, ajustamos nossa agenda, fazemos mudanças, planejamos com base em algo ou alguém para garantir que ele receba de nós o que queremos oferecer.

Certamente, não podemos esperar que todos ajam da mesma maneira, obviamente porque somos todos seres que respondem a uma série de realidades particulares, porém, existem parâmetros comuns de demonstrações de importância, atenção e afeto.

Se temos interação com alguém que pode ser recíproco com nossa atenção ou investimento de tempo em condições normais, eles simplesmente não são, é útil repensar o que esperamos de nossos vínculos, o que gostaríamos de receber e o que achamos que merecemos.

Quando nos amamos, respeitamos e valorizamos a nós mesmos, somos menos propensos a nos ver envolvidos em relacionamentos em que não nos sentimos confortáveis ​​com o que recebemos, pois mantemos nossas vidas em boa forma e provavelmente realocamos essas pessoas. Eles não valorizam nossa presença.

Selecionar quem amar, quem cuidar, com quem dividir e a quem dedicar nosso tempo é uma grande responsabilidade, fazendo com consciência, com amor-próprio e buscando o bem daqueles que interagem conosco, nos permite manter relacionamentos onde prevalece o bem estar, equilíbrio e afaste-se de relacionamentos frustrantes e desmoralizantes ou que de alguma forma levem a menos.

Fonte indicada: Rincón del Tibet

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1 COMENTÁRIO

  1. Estou vivendo uma situação assim. Nada do que faço tem valor para as pessoas de um determinado grupo. Esse POST veio reforçar a idéia, ou melhor, a decisão que tomei de me afastar. Vlw, muito bom.

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