Um paninho, só um paninho. Ou pode ser um brinquedo, ou uma simples coberta. Praticamente qualquer outro objeto pode ser uma importante fonte de valor sentimental para crianças pequenas. Eles são conhecidos como de “objetos de transição”, e estas pequenas coisas ajudam o bebê a encarar as mudanças na infância.

O que são objetos de transição?

Este termo foi criado na década de 50, pelo pediatra e psicanalista Donald Winnicott. Segundo ele, o bebê no início da vida imagina que ele e sua mãe são a mesma pessoa. Logo, ter um objeto de transição significa segurança e conforto ao bebê.

Com o passar dos meses, ele vai percebendo que a mãe nem sempre pode estar presente em todos os momentos e que ele precisa exercer a sua individualidade. É por isso que os pequenos procuram apoio nesses objetos – seja um ursinho, paninho ou fralda. O pediatra Dr. Moises Chencinski também reforça que a naninha proporciona tranquilidade às crianças, já que podem vir a substituir o colo materno no imaginário infantil.

Além de acalmar, a escolha de um item pela criança ajuda a ganhar confiança para enfrentar outros obstáculos da vida, incluindo a hora de dormir sozinho, o primeiro dia na creche e escola e etc.

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A Soma de Todos Afetos
Blog oficial da escritora Fabíola Simões que, em 2015, publicou seu primeiro livro: "A Soma de todos Afetos".

25 COMENTÁRIOS

  1. Minha pequena tem hoje 8 anos e ainda dorme com o cobertorzinho cor de rosa com que foi embrulhada nos primeiros dias de vida. Lembro-me bem do dia em que o comprei, como se fosse hoje! Todos falam do dito cujo. Mas, não gosto que falem mal dele. Quando me lembro que ela, durante a ecografia 4D, dormia e abraçava o cordão umbilical do mesmo jeitinho que abraça o cobertor, eu penso que o paninho é um aconchego de barriga. Muito fofo! Ela até dorme sem ele. Mas, gosta muito daquele quentinho!

    • Gracinha grabiele vc falar com tanta doçura do cobertozinho da sua nega … faço das suas palavras as minhas aconteceu a mesma coisa comigo sim que tenho três e os três são assim um amor… E muito gostoso esse tipo de coisa da vida só levamos o amor que damos.

      • Meus primeiros naninhas foram 2 paninhos que minha mãe me deu quando eu era bebê mas que me acompanharam até meus 13, 14 anos. Aposentei os dois com uma dor no coração e costurei um travesseirinho pra mim para substituir os paninhos. Quando estava com 25 anos encontrei meu Nana atual. Faço 36 anos em três semanas mas ainda durmo agarrada a ele. O bacana é que tanto meus ex-namorados quanto meu namorado atual não ligam que eu ainda tenha meu bichinho de dormir =) Inclusive foi meu ex-namorado que me mandou essa publicação.

  2. Que interessante!
    Ao observar, o meu netinho de 1 aninho de vida, agarrando uma das orelhas do seu coelho de pelúcia, como se estivesse puxando uma corda, tive a mesma impressão de que ele estaria deslizando as mãos no cordão umbelical!
    Assim, se confirma a mesma impressão da Gabrielle Avelar!

  3. Estou encantada.
    Com a matéria e mais ainda com os comentários – depoimentos- que li.
    Não me lembro de alguma leitura que me fizesse mais feliz.
    😘😘😘😘😘😘😘😘

  4. O MEU TEM 11 ANOS E DORME CADA DIA ALTERNADO COM SEU AMIGUINHO DE INFANCIA, UM COBERTORZINHO, UM PANDA DE PELUCHE E UM URSINHO WINNIE THE POOH DE PELUCHE… ATE MARCA NO CALENDARIO O DIA DE CADA UM DORMIR COM ELE E TODAS AS NOITES DA-LHES UM BJNHO E DESEJA AS BOAS NOITES A CADA UM DELES…

  5. Minha Princesa, quando ainda estava com 20 dias percibi que ela estava sentindo falta de alguma coisa.
    Pegava a meia , protetor do berço ai passei a dar ela uma fraldinha e ela ama de paixão até hoje está com 6 anos mas morro de dor em so pensar de tirar dela
    Ela usa somente pra dormir.

  6. Tenho 38 anos e guardo o meu cobertozinho de infância até hoje… apelidado por uma avó portuguesa de “caralhotas”! Jamais vou me esquecer dos dias em que ele tinha que ser lavado e eu ficava esperando ele secar me enrolando nele no varal. Meu filho agora, de 7 meses… já tem as naninhas dele! Hoje traz conforto e futuramente trará boas lembranças, como as minhas.

  7. MINHA FILHA TEM 7 ANOS E DORME COM UM URSINHO QUE ELA CHAMA DE TEDD . PRA ONDE VAMOS O TEDD TEM QUE IR JUNTO . QUANDO NÃO LEVAMOS ELA DORME INQUIETA . APRENDEMOS A AMAR O TEDD TAMBÉM RSSS

  8. Meu filho tem 7 anos e desde que deixou de mamar adotou uma camisola minha que fica com ele o dia todo pela casa e dorme com ele tbem. É uma briga quando lavo kkk pq diz q vai sair meu cheiro

  9. Muito feliz com a matéria! Sempre acreditei que esses “cheirinhos”, são uma segurança pra criança. O meu filho tem 9 anos e dorme com o paninho dele perto do rosto. Adoro vê-lo dormindo assim. Desde o nascimento, ainda no hospital deu o paninho em suas mãozinhas, e ele nunca mais deixou de dormir com um. Tanto nos soninhos da tarde, quanto da noite, e diz que tem o meu cheiro quando não estou. Hoje nem usa tanto, na ou s quando menor, ficava agarrado o tempo todo quando estava dentro de casa. Minha mãe diz que eu tbm tinha um cobertor rosa, que não desgrudava. Sai fases de nossa vida,bwye marcam muito….

  10. Meu filho tem 4 anos e tem uma mantinha que ganhou no batizado e não desgrudou mais. Apelidada carinhosamente de “Tufo”, ele tem um amor pelo Tufo que é lindo de ver.

  11. Gracinha Gabrielle vc falar com tanta doçura do cobertozinho da sua nega … faço das suas palavras as minhas aconteceu a mesma coisa comigo sim que tenho três e os três são assim um amor… E muito gostoso esse tipo de coisa da vida só levamos o amor que damos.

  12. Minha filha com 7 anos também procura um lençol que chama de “quentinho”
    Sempre procura antes de dormir i. Inclusive no carro a passeio ela pede pra levar l quentinho e deita com ele dormindo tranquila .

  13. E quando as “crianças” já tem 30 e 29 anos e não conseguem dormir sem a fraldinha, inclusive se viajam levam na mala meia duzia de fraldinhas? Obs.; as fraldinhas não podem estar sujas e eles não tem receio de contar pra ninguém q eles só dormem com a fraldinha na mão

  14. Vish, até agora sou o único homem à comentar aqui, mas é que sempre fui muito presente na vida dos meus pequenos e o menor, hoje com 5, adotou a ponta do cobertor que eu chamei de “ponta grande” e ele chamava de “angui angui”. Não há sono que não venha quando ele está com a “ponta grande”.

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