Uma história de amor se escreve com duas mãos

Passamos a maior parte das nossas vidas sozinhos. Ilude-se quem acredita do contrário. Família, amigos e romances amorosos agregam mais valores em nossa história e, isso, é indiscutível. Ninguém — além de nós mesmos — é responsável por nossos preenchimentos internos, cabe a cada um seu devido empenho em alcançar seu próprio crescimento; sua própria felicidade.

Uma história de amor se escreve com duas mãos. Por isso cada história, cada experiência, cada tempo — seja ele feito de esporádicos encontros até anos de convivência — tem a sua importância. É no olhar parceiro para a mesma direção que construímos laços. É um acrescentando ao outro e ao relacionamento sua parcela de atenção, carinho, respeito, comprometimento. Companheirismo.

Não é uma parcela proporcional. Não é sobre dividir meio a meio as entregas voluntárias. E o que é oferecido voluntariamente não é cobrado retorno. Por isso relacionar-se é complicado, e é um pilar delicioso de nossas vidas.

Como se fosse uma poupança do coração onde vamos reservando nossos sentimentos afim de, com o tempo, os rendimentos trazerem conforto recíproco para uma vida a dois. Mesmo não precisando ser necessariamente proporcional as entregas, precisam ser bem próximas… um investe mais hoje, o outro amanha, depois se entregam iguais. E assim vão se somando e não se subtraindo; uma história de amor sempre será fruto de uma construção conjunta.



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Nasceu no Piauí e cresceu em São Paulo, mora atualmente em Santo André – SP. Apaixonado pela área de exatas, mas tem o coração nas artes e escrita; trabalha e defende o meio ambiente e, as causas naturais: sentimentos; afetos; amor.

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