Às vezes nas noites escuras mais infindáveis, atravessamos o breu na sensação de solidão. Olhamos em volta e não encontramos as luzes do caminho, tateamos em busca de outras mãos que não estão, gritamos tendo apenas como companhia nossos próprios ecos. É no momento de silêncio e dúvida, que experimentamos a dose exata do que somos: nossos medos, erros e limites. Há alguém que possa entendê-los? Há alguém que queira, ao menos, compreendê-los? Não me interessa. Continuo. Persisto.

Imagem de capa: Kuznetcov_Konstantin, Shutterstock

COMPARTILHAR

RECOMENDAMOS




Cristiane Mendonça
Jornalista, mineira e amante de uma boa prosa! Trabalha há dez anos com produção de conteúdo para mídias digitais e sempre que o coração pede se dedica ao "Crônicas Irônicas", um blog que aborda amor, humor, comportamento, biografia de personagens famosos, além de dicas de livros e filmes.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here