“A linguagem criou a palavra solidão para expressar a dor de estar sozinho. E criou a palavra solitude para expressar a glória de estar sozinho” ― Paul Tillich

Assim como a felicidade, o amor é um estado de espírito. Sentir-se bem, mesmo estando sozinho(a), tem sido um privilégio para poucos. Existem pessoas que ainda insistem na teoria de que precisam de um amor para encontrar a felicidade plena.

Assim como qualquer outro sentimento, a felicidade vem de dentro para fora. E não será outra pessoa que lhe trará felicidade. Acredite, isso depende exclusivamente de você.

Existe uma diferença gritante entre a palavra “solidão” e a palavra “solitude”. Solidão, é quando você se sente triste por estar sozinho(a). Já solitude, é quando você se sente bem mesmo estando sozinho(a). Muitas pessoas, confundem o significado dessas palavrinhas. Contudo, vamos falar sobre viver a solitude, encontrando razões para sermos felizes mesmo estando sozinhos.

Relacionar-se é maravilhoso. Viver ao lado de alguém feliz e compartilhar essa felicidade a dois, é indescritível, entretanto, o relacionamento não pode ser visto como única razão de sua felicidade. Antes de entrar em um relacionamento, você precisa sentir-se completo(a) mesmo estando sozinho(a). Não é o status que mudará seu estado de espírito, muito menos, sua forma de enxergar a vida e as coisas lindas que ela possui.

Somos o que pensamos, e o que pensamos, atraímos. Se você é capaz de sentir-se feliz mesmo solteiro(a), a vida colocará alguém que enxerga as coisas da mesma forma que você.

Entenda, relacionamento é complemento. Você só encontrará alguém para complementar, quando finalmente entender que estar solteiro(a) não é sinônimo de solidão. Uma vez que você compreende isso, você estará pronto para viver uma vida a dois.

Imagem de capa: Look Studio, Shutterstock

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Larissa Dias
Estudante de jornalismo, radialista por amor, escritora nas horas vagas. Adora dar boas risadas, costuma passar os domingos de pijama assistindo filmes e séries. Apesar de não curtir baladas, é incapaz de recusar uma rodinha de violão, e para pra cantar junto. Mesmo desafinada, garante que é simplicidade em pessoa.

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