Imagem de capa: nd3000, Shutterstock

Talvez o texto não seja tão grande. Porém, a necessidade de gritar ao mundo tudo que se passa aqui dentro é maior do que todos os textos que eu possa escrever.

Há alguns dias tenho refletido sobre a forma como vejo o mundo, e como essa visão pode afetar as pessoas. Mas antes que transcenda, me pergunto o quanto o mundo pode me afetar.

Se você me acompanha, já deve estar acostumado aos textos que digo sobre amor, sobre cuidado e como as pessoas são importantes e fundamentais em todos os ciclos. Mas é importante que entendam o quanto nós, os que decidem amar, somos importantes e necessitamos de algo verdadeiro para prosseguir.

Pensando dessa forma, volto para o b-a-bá da questão: O quanto me amo é suficiente?
Já não aguento mais as crises por conta daquilo que exigem que eu seja. Ou ainda, o quanto as pessoas sugerem que você, de alguma forma, mude algo para se encaixar em algo que nem eles mesmos sabem o que é.

E por isso, por essa falsa necessidade de cumprir um padrão, nos perdemos daquilo que deveríamos ser para sempre: nós mesmos.

Nasce nesse mundo cão, que desonra a essência e ignora o ser, a necessidade de impor a todos o que precisam ser ou onde precisam estar. Mas nesse processo, esquecem daquilo que realmente importa.

Fechamos os olhos para algo simples: A diferença do ser é o encaixe perfeito dos seres.
A ideia de sermos diferentes é proposital. E nenhum de nós percebemos que o propósito não é sermos iguais, mas diferentes. Se encaixar nesse quebra-cabeça, compor e cumprir a vida.

Sugiro que nossa sensibilidade seja posta para fora e que por meio dela possamos nos amar, e assim, amar (tudo) no outro. Parece irreal, mas a ideia de sermos esquerda e direita sempre foi ter a possibilidade de dois caminhos. E que enquanto uma mão lava a outra, o corpo se mantenha vivo!

E que o entendimento de amor próprio esteja em uma nova direção. Aquela que ultrapassa nossa alma, e encontra a do outro.

A maldade e egoísmo lutam para tirar de nós o riso de ser quem somos, sorte que isso não é suficiente para derrubar quem decidiu reconhecer seu papel e empoderar o outro. Amém!

Bárbara Fernandes

Sempre escrevi em diários, e guardava-os todos para mim. Até descobrir que existiam mais pessoas que precisavam ler. Então, aqui estamos!

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  • Escrever é realmente um ato de coragem — colocar em palavras aquilo que sentimos exige vulnerabilidade e verdade. Me identifiquei muito com a parte em que você diz que o “textão” é mais pra gente do que pros outros — é exatamente assim que sinto ao escrever meus desabafos. ✍️
    Aliás, pra quem escreve bastante e quer garantir que o texto seja único e bem estruturado, conheci uma ferramenta que ajuda bastante: o Smodin. Ela permite verificar originalidade, reescrever trechos e melhorar o conteúdo sem perder a essência do que queremos dizer. Vale a pena experimentar!

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Bárbara Fernandes

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