Imagem de capa: paultarasenko, Shutterstock
Só vingam os amores que nascem pelas costas, longe dos olhos, longe da atenção. Só vingam os amores esquecidos, que brotaram de uma semente cuspida pela boca num terreno baldio. Só vingam os amores abandonados, longe das janelas, longe da materna presença. Só vingam os amores náufragos, sobreviventes, órfãos, enviesados, sinuosos, crescendo tortos à procura de alguma luz. Enraizados no vento, a produzir seiva de uma fantasia, de uma lembrança. Só vingam os amores desencontrados, que passam uma vida sem se consumir, que morrem intactos, enrijecidos, nutridos pela vontade. E morrem velhos porque não se gastaram. Só vingam os amores proibidos, distantes, estrangeiros, desconhecidos e cegos.
Só vingam os amores descuidados.
Uma coisa que eu amo em viajar é que quando saímos do cenário habitual, conseguimos…
Andei afastada de mim. Sem energia e desconfiada de minhas percepções, do modo como me…
No final de Comer, Rezar, Amar, Liz Gilbert diz: “Eu escolhi a minha palavra: Attraversiamo. Significa: ‘vamos…
Após assistir ao filme "A vida de Chuck", inspirado em um conto de Stephen King,…
Nos dias de hoje, os hobbies online fazem cada vez mais parte da rotina de…
Durante muito tempo, os jogos online foram vistos apenas como uma forma de entretenimento leve,…