Imagem: mbolina/shutterstock
Eu sempre fui uma apaixonada por beija-flores, e por isso os tenho na minha casa. Eles são diversos, de todos os tamanhos. Meu desejo em tê-los por perto jamais significou que os faria prisioneiros da minha admiração. Assim como nós, eles são seres livres!
Assim, eles me visitam diariamente atraídos pelo meu carinho e estima: chegam na minha varanda, olham, emitem seus trissar, se saciam, olham novamente num gesto de gratidão e partem…
E quanto a mim, permaneço sentada em minha poltrona admirando-os enquanto seguro minha xícara de café.
Todo o dia é assim: Não há razão para colocá-los em gaiolas, se sentirem presos, pois são seres lindos, livres e perfeitos. Devem viver em sua plenitude.
O verdadeiro amor permite a liberdade. Um amor livre é aquele que volta, que fica por opção, que se sente à vontade e que tem sempre vontade de estar e permanecer por perto.
Amor sem privações, sem castigo nem prisão. É assim que devem existir as relações – seres livres, dispostos a amar, a voar e assim por livre e espontânea vontade, pousar.
Uma coisa que eu amo em viajar é que quando saímos do cenário habitual, conseguimos…
Andei afastada de mim. Sem energia e desconfiada de minhas percepções, do modo como me…
No final de Comer, Rezar, Amar, Liz Gilbert diz: “Eu escolhi a minha palavra: Attraversiamo. Significa: ‘vamos…
Após assistir ao filme "A vida de Chuck", inspirado em um conto de Stephen King,…
Nos dias de hoje, os hobbies online fazem cada vez mais parte da rotina de…
Durante muito tempo, os jogos online foram vistos apenas como uma forma de entretenimento leve,…