“Meu amor não é impessoal, nem tampouco inteiramente subjetivo.”
Sylvia Plath
Como ainda desconhecemos o real significado da cumplicidade? Quando perceberemos que, para garantirmos empatia, precisamos nos mover em direção ao querer comum? Somar com o outro é muito mais do que atender meras vaidades. Ainda que dispostos dos próprios anseios, o querer o bem implica compartilhar do afeto sem nada em troca, da consciência humana de simplicidade e perseverança sem pensar no adiante, mas no instante.
Fala-se do amor e dos sentimentos com propriedade de quem conhece todos os pormenores, mas, abatido pela cegueira arrogante, trata com sons os sentires que não precisam ser explicados. É querer ouvir e não praticar. E nessa dança egoísta e conservadora, julga reconhecimento do próximo numa espécie de obrigação. A cumplicidade percorre outros descaminhos. Ela deixa de ser onírica quando encarada na ponta dos lábios e nas mãos do coração. Sem sofrer de desprazeres e sem sucumbir por feridas passadas. A cumplicidade abraça o perdão.
Não obstante, o cúmplice do amor é o próprio. A mesma metade vista no colo que repara, admira e impulsiona para novos voos. Aceitar menos implica a desistência da cumplicidade, resultando assim, no furtivo desaparecimento da poesia a dois. Desafinados não reconhecem o mais. Nem do amor e muito menos da vida.
Nos dias de hoje, os hobbies online fazem cada vez mais parte da rotina de…
Durante muito tempo, os jogos online foram vistos apenas como uma forma de entretenimento leve,…
O futebol sempre foi emoção, imprevisibilidade e paixão. Durante muito tempo, o papel do adepto…
No universo das apostas desportivas, compreender o mercado é tão importante quanto escolher um bom…
Psicóloga em Socorro (SP): Josie Conti atende presencial e online com EMDR e psicoterapia psicodinâmica.
Entrar no mundo do casino online pode parecer simples à primeira vista, mas quem quer…