A gente não vê, mas sente

Desde tempos remotos, o homem tem uma fascinação pelo improvável.

Muitas pessoas fogem do lógico.

Muitas pessoas fogem do clássico amor dos tempos da aristocracia inglesa. Alguém vai num encontro social, e ali conhece outro alguém e por aí vai.

Muitas vezes, o coração só sente e não adianta tentar entender, que os cabelos tenderão a ficarem brancos de tanto pensar.

Acontece que às vezes a vida te pega de soco na cara, e quando você achava que estava tudo se alinhando, aparece alguém e num desalinho, você se enrosca. Mas não um contato físico e sim um encontro de almas. Uma ciranda de afinidades e longas conversas noite adentro.

Aí um monte de coisas passam pela tua cabeça. Você diz à si mesma que está bem grande pra coisas platônicas e que isso é coisa de adolescente se descobrindo, fazendo sua arrogância transbordar.

Estamos sempre nos descobrindo e muitas vezes a gente fica mesmo surpreso sem saber ao certo o que acontece.

Entenda que existem contatos que vão além do físico. Existem sorrisos que nos encantam e podem estar do outro lado do mundo. Existem histórias magníficas que começam sem sequer um beijo. Pessoas assim são premiadas pela vida, pois afeição assim em tempos de redes sociais à mil, é mais que raro.

Não se perca se um dia isso lhe ocorrer. Agradeça, pois quem sente sem ter tocado, tem mais chances de não ser tão superficial como a maioria, onde sobram egos inflamos e prepotência sem limites.

Sentir sem ver, pode ser o começo de algum sem fim…

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Flávio Jonatan
Olá. Meu nome é Flávio Jonatan, sou um pisciano intenso com tudo que faço e me relaciono, e acima de qualquer coisa, acredita no poder do amor e qualquer outro sentimento afetivo positivo. Servidor público pelo estado de Minas Gerais, sou apaixonado pelo universo feminino, futebol, vinhos, cervejas e roda de amigos. Viagem comigo por vários sentimentos e lugares ocultos dentro de ti.

1 COMENTÁRIO

  1. Que Lindo!!!!! Me identifiquei muito “Você diz à si mesma que está bem grande pra coisas platônicas e que isso é coisa de adolescente se descobrindo, fazendo sua arrogância transbordar.”

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