Gosto das pessoas que ficam.

Imagem de capa: Tereshchenko Dmitry, Shutterstock

Gosto das pessoas que ficam. Das que chegam para ficar.
Gosto das pessoas que erguem a taça, e que ficam para brindar.
Gosto das pessoas que acrescentam vida à vida. Das que são feitas do verbo amar.
Gosto das pessoas que ficam. E das que fazem questão em ficar.
Gosto das pessoas leves.
Gosto das pessoas sem medo de errar.
Gosto das pessoas que choram
Mesmo sendo são feitas de gargalhar.
Gosto das pessoas que ficam.
Que caminham de braço dado.
Gosto das pessoas assim,
Que fazem esta viagem lado a lado.

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Júlia Domingues

Júlia Domingues. 39 anos. Jurista de formação, criativa por paixão. Sou feita de gargalhada estridente talvez porque acredite que, estridente deva ser a nossa existência. Não para os outros. Para nós. Estamos começados mas não estamos acabados. E , no fim; no regresso a nós, que consigamos, serenamente, dizer: «Ousei viver!». Sou feita de sentir e o que não me cabe no peito, transpiro-o nas palavras e no desenho. Sou mulher e sou feliz.

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