Andei afastada de mim. Sem energia e desconfiada de minhas percepções, do modo como me comunicava, da maneira como meu olhar traduzia o mundo. Andei com pouca fé na minha capacidade de dialogar, de me explicar, de provar o meu valor. Precisei desistir de tentar ser boa o suficiente para quem quis acreditar que eu era uma pessoa ruim; tive longas conversas com o Chat GPT – nunca me esquecerei do que ele disse: “Você deixou de confiar em si, mas o seu olhar pode voltar a ser um lugar seguro”. Refleti, dosei hormônios e vitaminas, voltei a me alimentar bem, me recuperei da vacina da dengue, fiquei radiante de receber meu filho (que mora em outro estado) em casa, planejei um roteiro de viagem recheado de boas surpresas. Viajamos com pouca bagagem, mas com bastante espaço interno para guardar sensações, experiências, ressignificações. Andei pensando muito sobre minha responsabilidade na vida que desejo levar. Sobre ser a pessoa que acende todas as luzes quando o dia começa e a última a apagar o interruptor quando o sono chega. Questionei minhas escolhas, prioridades e como escolho gastar minha energia. Andava exausta e sentindo pouca paixão no que fazia. Me questionei: Como continuar apaixonada pela vida quando ninguém – além de mim mesma – está encarregado de acender a luz dentro de mim? Tenho descoberto que não preciso ir tão longe (embora seja uma dádiva conseguir ir) para voltar a me sentir entusiasmada com a vida. Durante muito tempo busquei nas pessoas- e nas relações que estabelecia com elas – algo que me fizesse me sentir mais viva dentro da minha própria vida. Mas talvez a grande tarefa de nossa vida não seja encontrar outra pessoa que abra essa porta, e sim descobrir como mantê-la aberta mesmo quando ninguém estiver diante dela. Tenho refletido como é importante encontrarmos diversas formas de nos encantarmos com a existência. De fazer nossos olhos brilharem diante de tudo aquilo que nos coloca em movimento: a arte que nos atravessa, a viagem que nos transforma, a conversa que nos expande, o livro que nos inquieta, a oração que nos aproxima de Deus. Hoje, mais uma vez agradeço: obrigada, Deus!
O maior souvenir de uma viagem é a versão de nós mesmos que a gente traz de volta
Como continuar apaixonada pela vida quando ninguém - além de mim mesma - está encarregado de acender a luz dentro de mim?

Portugal is a fantastic destination for food lovers, with a cuisine built around fresh ingredients, traditional recipes, and simple but memorable flavors. Start with the classics: bacalhau, grilled sardines, polvo à lagareiro, caldo verde, and the famous pastel de nata. Meat lovers should try bifana, cozido à portuguesa, and regional grilled meats. To experience local food culture, visit traditional markets. In Lisbon, Mercado da Ribeira and Mercado de Campo de Ourique are good places https://portugaltraveltips.co.uk/porto-food-guide/ to discover Portuguese products, snacks, seafood, cheeses, and pastries. In Porto, explore Mercado do Bolhão, where you can find fresh produce and traditional specialties. When it comes to restaurants, don’t limit yourself to famous tourist spots. Small family-run restaurants and neighborhood tascas can offer some of the most authentic meals. Ask locals where they like to eat and look for places with seasonal menus and plenty of Portuguese customers. Finish your meal with a coffee, pastel de nata, and perhaps a glass of local wine. Portugal is a country best explored one delicious dish at a time.