J. K. Rowling, 54 anos, mundialmente consagrada pela série de livros Harry Potter e Animais Fantásticos, se tornou uma bilionária ainda jovem, quando a saga do seu principal personagem foi abraçada por jovens e adultos do mundo todo e batia a marca de 500 milhões de exemplares vendidos.

Mas mesmo assim, a escritora e roteirista sempre foi conhecida pelo estilo de vida simples e sem muita badalação, tanto que Rowling logo tratou de se tornar uma figura bastante ativa nas causas filantrópricas, se tornando grande financiadora de inúmeros de projetos e instituições de caridade.

Nos últimos anos, a escritora que já passou por dificuldades na infância, lucrou tanto dinheiro com o seu trabalho que resolveu doá-lo praticamente na mesma proporção: foram centenas de milhares de dólares destinados à entidades de apoio a pessoas com esclerose e para organizações pelos plenos direitos das crianças e dos animais.

J. K. Rowling escreveu o primeiro livro da série Harry Potter, A Pedra Filosofal, em 1997. Mais de vinte anos atrás. Quatro anos depois o livro ganharia uma adaptação cinematográfica e todos os livres sequentes de A Pedra Filosofal também ganhariam, respectivamente, os seus próprios filmes. Tanto os livros quanto os filmes foram grandes sucessos.

Em 2004, seus ganhos com a franquia de livros, filmes e produtos licenciados a colocaram na seleta “lista dos bilionários” da Revista Forbes.

Rowling apareceu na lista por sete anos ao mesmo tempo em que doava grandes somas de dinheiro à filantropia. No total, estima-se que a escritora tenha doado mais de 160 milhões de dólares (R$ 665 milhões), o que representa cerca de 16% de todo seu patrimônio líquido, suficientes para ‘tirá-la’ da lista de bilionários. Causa mais nobre que essa, eu não conheço e você?

“Tenho uma responsabilidade moral, de que quando lhe é dado muito mais do que [você] precisa, é preciso fazer coisas sábias e doar de forma inteligente”, afirmou.

Além da doação a instituições de caridade, Rowling repassou uma grande quantia em dinheiro para ajudar na construção de um centro de ponta de neurologia regenerativa na Escócia, um dos melhores em referência em toda a Europa.

J. K. Rowling também fundou a Lumos em 2005, uma instituição criada ao lado da baronesa Emma Nicholson de Winterbourne, membro do Parlamento Europeu. A entidade beneficente tem por objetivo principal implementar plenamente a convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança em toda a Europa e no resto do mundo.

Matéria com base nas informações do site shareably / Imagens: Reprodução-Internet

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