Nesse ano…
Não foram as festas ou os lugares onde fui.
Mas com quem eu fui.
Não foram as vitórias que eu tive.
Mas o que aprendi a fazer com as derrotas: combustível.
Não foram os “Sim’s” que a Vida me deu.
Foram os “Não’s” seguidos de recomeço.
Não foram as minhas coragens.
Foram os meus medos e como eu os enfrentei diariamente.
Não foram só os sentimentos correspondidos.
Foi também o coração partido e sua capacidade de regenerar.
Não foram as alegrias que tive.
Mas com quem compartilhá-las.
Não foram as brigas que briguei.
E sim, as reconciliações e suas novas chances.
Não foram os textos que escrevi.
Mas as pessoas maravilhosas que eu pude conhecer através deles.
Não foram as palavras que eu ouvi.
Mas o silêncio que aprendi a cultivar em mim.
Não foi a capacidade de me fechar e me proteger.
Foi a capacidade de me deixar ser frágil e me permitir sentir.

Eu planejei um ano em linha reta. Mas a Vida se refez em caminhos tortos e ladeiras inclinadas. Ainda não estou no topo da montanha. Mas estou mais distante do chão. Ainda não sou o que sonhei. Mas caminho para chegar ao melhor de mim. Hoje vejo que a beleza não estava nas coisas previsíveis que eu havia traçado e sim no imprevisível, nas curvas, nas pedras que estavam no caminho, nos abismos e também nas pontes que eu aprendi a construir.

Eu desejo que você realize seus planos, mas eu desejo principalmente que a Vida te surpreenda e que você vá além dos planos: transcenda.

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Nat Medeiros
“Sou personagem de uma comédia dramática, de um romance que ainda não aconteceu. Uma desconselheira amorosa, protagonista de desventuras do coração, algumas tristes, outras, engraçadas. Mas todas elas me trouxeram alguma lição. Confesso que a minha vida amorosa não seguiu as histórias dos contos de fada, tampouco os planos de adolescência. Os caminhos foram tortos, íngremes, com muitos altos e baixos e consequentemente com muita emoção. Eu vivo em uma montanha-russa de sentimentos. E creio que é aí que reside o meu entendimento sobre os relacionamentos. Estou em transição: uma jovem se tornando mulher experiente, uma legítima sonhadora se adaptando a um mundo cada vez mais virtual. Sou apenas uma mas poderia ser tantas que posso afirmar que igual a mim no mundo existem muitas e é para elas que escrevo: para as doces mulheres que se tornaram modernas mas que ainda acreditam nas histórias de amor.”

2 COMENTÁRIOS

  1. Oi,li um texto seu agora e resolvi procurar uma forma de fazer com que saiba,sou igual a vc,acredito no amor,em familia, e sei como é a dor da traiçao, sofri com relacinoamentos pelo simples fato de ser fiel, de acreditar na dupla de dois que vc menciona num texto seu de 2015,se ler por favor acredite suas palavras depertaram em mim uma profunda admiração por vc, desculpe se estou sendo intransigente mas queria que soubesse, que virei seu fã.

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