Eu quero, eu posso, eu consigo!

No último domingo, fui à igreja com uma amiga. Enquanto assistíamos ao culto dos jovens, sua filha estava fazendo alguns desenhos. Em um de seus desenhos, a garotinha encontrou dificuldades, então a pequena disse à mãe: “Mamãe, não consigo desenhar tal coisa.” Por sua vez, minha amiga respondeu: “Filha, nunca diga que não sabe fazer algo. Você vai conseguir. Você sabe fazer.” A garotinha demonstrou insegurança, mas o que me chamou atenção foi o que minha amiga disse a ela.

Às vezes somos nosso próprio inimigo. Nos autossabotamos quando pensamos que não vamos conseguir fazer algo. Uma vez que fazemos isso, emanamos energias negativas para nos mesmos. E quando fazemos isso, encontramos mais dificuldade ainda.

Precisamos nos tratar com mais amor e ter mais paciência com nossos aprendizados. Achei incrível a forma como minha amiga chamou atenção de sua filha. Além de ensinar nossas crianças desde cedo que não existe a palavra “impossível”, como adultos, temos que aplicar em nossas vidas os mesmos ensinamentos que passamos aos nossos.

É inevitável que encontremos dificuldades no caminho,  entretanto, devemos acreditar em nós mesmos e repetir internamente “eu quero, eu posso e eu consigo.” Uma vez que fazemos isso depositamos nos recarregamos com confiança para enfrentar qualquer tipo de dificuldade. Isso nos fará audazes.

O importante é ter vontade de tentar.

Dificuldades fazem parte do processo de aprendizado, contudo, quando você aprende a fazer algo, jamais se esquece. É igual andar de bicicleta. Nas primeiras pedaladas você precisará de apoio para sair do lugar, mas quando tiver prática andará sozinho e jamais se esquecerá.

Lembre-se que, acreditando em si, você será seu melhor amigo e sua mente encontrará motivação para aprender coisas novas.

A força está dentro de você.

Imagem de capa: Kichigin, Shutterstock

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Larissa Dias
Estudante de jornalismo, radialista por amor, escritora nas horas vagas. Adora dar boas risadas, costuma passar os domingos de pijama assistindo filmes e séries. Apesar de não curtir baladas, é incapaz de recusar uma rodinha de violão, e para pra cantar junto. Mesmo desafinada, garante que é simplicidade em pessoa.

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