Eu escolho o que é bom para mim

Quando você se torna mais seletivo com algumas coisas da vida, as pessoas vão te julgar.

Se você decide que tem um restaurante preferido e quer ir lá todos os sábados, vão falar que você é acomodado. Se você se afasta de pessoas tóxicas, vão inventar mil motivos para que você se intoxique mais, mesmo tendo abandonado a história.

Se você percebe que algumas pessoas não merecem o seu tempo, a sua atenção ou o seu apoio por “n” motivos, vão inventar “z”. Se você diz que não gosta mais de rock, vão te condenar por você já ter gostado.

É o preço que se paga por amadurecer e continuar convivendo com quem ainda anda verde pelo caminho.

Mas a maturidade também traz a segurança de saber quem se é e a humildade de saber que isso vai mudar.

Quando você se torna seletivo e deixa de fora quem ou o que queria fazer parte, incomoda. Incomoda porque você soube escolher, filtrar e decidir. Enquanto tem muita gente por aí que engole tudo sem saber o sabor de nada.

Imagem de capa: Kurylo Sofiya, Shutterstock

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Isabella Gonçalves

Formada em Direito, apaixonada por livros, pessoas e céu cinzento. Escrevo porque gosto e quando quero. Inconstante, dramática, sonhadora. Vejo 100 onde há um. Vejo um onde há 100 vazios. Confiável, confiante, e que siga a vida! Adiante…sempre.

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