Um brinde ao nosso feminino sagrado

Imagem de capa: Ann Haritonenko, Shutterstock

Somos grandes e pequenas. Somos a fúria e a doçura, mescladas da maneira mais pura. Somos guiadas pela força da lua e reluzimos um brilho ainda desconhecido. Por vezes somos chamadas de loucas, mas é porque aprendemos a ouvir o chamado que vem de dentro. O chamado do nosso íntimo, que nos conduz repletas de luz, mesmo no meio das nossas próprias trevas.

Somos ao mesmo tempo semente e flor, sem data exata para exalar perfume, porque vivemos também de morrer.
Morremos tantas vezes em vida pra renascer. Morremos para o nosso ontem, mas honramos o que vivemos. Morremos para quem fomos, mas honramos cada passo que demos. Fomos, somos e seremos, portanto serenemos o nosso coração em meio a qualquer escuridão que por ventura passe. Somos mulher, somos delicadeza e força vindas das entranhas. Sabemos que se entrarmos numa guerra, ela já está ganha.

Somos sábias e aprendizes, somos cocriadoras de nosso próprio mundo e dividimos umas com as outras um desejo profundo: De um mundo com mais respeito e harmonia com o sagrado feminino que mora em nós e por esse mundo a gente vai atrás todos os dias, gestando a fé e dando cria a nossa intensa e verdadeira magia.

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Meire Oliveira
Meire Oliveira é Escritora, Poeta e Coach de transformação. Amante das estrelas e das estradas. Autora dos livros Pintando Borboletas e Vai Com Fé que Flui. Conjuga o verbo escrever com vários outros juntos: ama, sente, vê. Por isso nasce e renasce em palavras que palpitam nela.

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