“Eu te amo” não é piada – levando o amor a sério

O amor acontece. Pessoas se apaixonam, se relacionam e dividem momentos – sejam eles bons ou ruins. Cena típica de filme romântico: o mocinho diz “eu te amo” e a mocinha fica atônita, sem saber o que dizer. A dúvida é cruel. Será que ela o ama? Ou será paixão passageira, aventura de verão? Na dúvida, melhor ficar em silêncio.

“Eu te amo” não é piada. Essa expressão tem poder. Tem peso. Atinge-nos com força e deixa marcas. Por isso, todo cuidado é pouco. Muita gente já teve o coração partido e sabe muito bem como é doloroso. Eu já tive. Acontece muito, as pessoas dizem “eu te amo” a torto e a direito.

Mas como diabos evitar esse tipo de situação? Amor, paixão, carinho, saudade e solidão, são sentimentos muito confusos. E são sentimentos que existem em relação ao outro – pessoas que também sofrem e sentem amor e choram e amam e ficam confusas por não entender o que acontece dentro do coração.

Coração. Esse motor universal do amor. Símbolo da vida, da compaixão e do afeto. Coração que às vezes nos engana. Não era amor, era mais barato. Era coisa passageira. E agora? Se as três benditas palavras foram ditas, será que é possível reparar o dano? Não, infelizmente não.

É preciso levar o amor a sério. Mas, acima de tudo, é preciso amar verdadeiramente. Deixar de lado a ideia de que amor significa posse, de que é preciso estar sempre em contato. Amor é muito mais fluido. “Eu te amo, disse a menina. E, depois disso, levei meses para me recompor”. Acabei de ler isso em algum lugar. E isso está acontecendo muito por aí.

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Valter Junior

Amante de café, boas ideias e mulheres de atitude. Adora conhecer pessoas, filmes e músicas novas. Fundador do Puta Letra. Pai de um livro, esperando o segundo bebê.

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