Com licença, posso entrar?

“Se o Universo não dá ponto sem nó, olha só, eu e você estava escrito! Faz tempo que quero fazer essa visita sem hora marcada, sabe? Nós e mais ninguém ou quem você quiser convidar. Afinal de contas, para que estamos no mundo se não for para compartilharAR?

Sou chegada na terminação AR. Analisa comigo: algumas das palavras mais bonitas do dicionário terminam assim, né? Apaixonar, doar, compartilhar, sonhar (e realizar). Quais são as suas palavras preferidas? Como elas terminam? Ou melhor: quando elas começam?

E você? O que tem feito? Quantos sorrisos tem dado? E as tristezas, me conta, tem enterrado no quintal de casa? E a flor? E a dor? E nós?

Ei, já que você me escolheu e eu também quero você, presta atenção, aceita meu convite? Vamos falar da vida bem aconchegados no sofá da sua casa ou da minha, se você achar melhor. Podemos começar aos poucos, uma rima bonita, um poema gostoso.

Ou, sei lá, podemos ir direto ao ponto. Obrigada por aceitar meu convite e tenha certeza que esse é o primeiro de muitos outros encontros que teremos por aí, por aqui, por onde a vida nos fizer cruzar (e amar).”

Este é um trecho da sinopse do meu primeiro livro: “Com licença, posso entrar?”, uma obra que promove o encontro entre autor e leitor de uma forma muito bonita. Algumas crônicas que vocês já leram nas minhas colunas e muitas outras inéditas vão compor as 80 (e pouquinhas) páginas do projeto.

Tudo feito com muito carinho, sabe? Muita doação ao outro, amor pelas palavras e gratidão pelo que elas despertam de bom em quem gosta da forma como escrevo. Toda obra é singela e sem luxos de linguagem para que possa entrar na casa de quem quiser minha visita.

Aliás, aproveito a oportunidade e agradeço de coração a todas as mensagens de afeto que venho recebendo de pessoas de todo canto do país, de todas as cores, idades e condições sociais. É assim que eu gosto: tudo misturado! Gente da gente, sabe? Que chega junto, que lê, que se emociona, que compartilha, que marca o amigo, enfim, que embarca comigo em cada aventura que vira uma crônica, um poema ou uma historinha qualquer.

O “Com licença, posso entrar” é feito para você que sente a vida com emoção e que aceita os amores e dissabores da nossa existência. Eu quero poder entrar na sua casa, ouvir sua história, compreender seus medos e lhe oferecer uma rima para deixar sua existência mais doce.

O livro vai ser lançado ano que vem, mas vamos abrir alguns dias para quem desejar ter o seu antes disso. Ah, olha só, temos a página (novinha em folha) do “Com licença, posso entrar?” no Facebook para quem quiser acompanhar alguns trechos da obra ou ficar por dentro das novidades, datas de lançamento, onde comprar, etc.

Você pode curtir clicando aqui.

Gratidão pelo carinho de quem me deixa entrar fundo no seu coração e que esse seja apenas o começo de uma linda e inesquecível amizade.

Você e eu.

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Ju Farias
Não nasci poeta, nasci amor e, por ser assim, virei poeta. Gosto quando alguém se apropria do meu texto como se fosse seu. É como se um pedaço que é meu por direito coubesse perfeitamente no outro. Divido e compartilho sem economia. Não estou muito preocupada com meus créditos, eu quero saber mesmo é do que me arrepia. Eu só quero saber o que realmente importa: toquei alguém? É isso que eu vim fazer no mundo.



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