Insegurança é o abandono de si mesmo

Insegurança é NÃO ESTAR com você mesmo. É dar mais importância a opinião do outro e por consequência estar mais pensando no que outro acha do que você faz. É caminhar sem prestar atenção no que está sentindo, porque está com um belo papinho na cabeça: “o que estão pensando dessa maneira que caminho?” “O que estão pensando da roupa que estou usando?”

Você se questiona tanto sobre o que o outro acha e esquece de perguntar a si mesmo: o que acha? O que é importante de verdade para você?

Segurança é segurar em si próprio. É se conhecer e através do autoconhecimento se aproximar de si e se apoiar nos próprios valores e nas próprias opiniões. É não ter medo de dizer não, não ter medo de mudar de opinião, de estilo de roupa ou até mesmo da cor de cabelo com medo de que as pessoas não gostem.

Porque o que realmente importa é se você gosta, se você se sente bem. O que acontece é que fomos treinados para agradar o outro, só que no final o que acontece é que agradamos o outro e ficamos com um buraco em nós mesmos e achamos que o outro é que tem que preenchê-lo.

Insegurança é o abandono de si mesmo. É não cuidar do próprio templo e abandoná-lo empoeirado e cheio das opiniões e valores alheios. Por isso muitas vezes abafamos a nossa voz e vamos com o que a maioria fala. Ai daquele que ousa ser diferente e seguir as suas próprias verdades, pois ele vai saber o que realmente é viver.

A segurança começa a brotar quando você começa a se valorizar, a respeitar seus valores e verdades. É permitir sentir e validar seu próprio sentir. É dizer não quando não quer, é dizer sim para o que é importante para si.

Esteja com você, não se abandone, porque você é valioso pelo simples e maravilhoso fato de existir.

*Imagem: Amanda Cass

 

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Meire Oliveira
Meire Oliveira é Escritora, Poeta e Coach de transformação. Amante das estrelas e das estradas. Autora dos livros Pintando Borboletas e Vai Com Fé que Flui. Conjuga o verbo escrever com vários outros juntos: ama, sente, vê. Por isso nasce e renasce em palavras que palpitam nela.



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